| Processo: | 19/13588-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Água e Solo |
| Pesquisador responsável: | Jarbas Honorio de Miranda |
| Beneficiário: | Yago Pereira da Silva |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mudança climática Dinâmica de solutos nos solos Lixiviação do solo Modelagem computacional Análise da água Mudas (plantas) Eucalipto Casa de vegetação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | água no solo | Hydrus 1D | Modelagem computacional | Polímeros absorventes | Manejo da água e solutos no solo |
Resumo O setor brasileiro de florestas desempenha um papel fundamental na sociedade contribuindo para geração de milhares de empregos e aumento do PIB. Porém, as variações climáticas ocorridas nos últimos anos têm afetado seu desempenho devido a secas prolongadas em algumas regiões. Tais mudanças exigiram que as empresas florestais iniciassem o plantio mesmo em condições de baixa precipitação, tornando necessária a prática da irrigação das mudas no campo. Nesse sentido, tecnologias como os chamados polímeros absorventes, no caso, o UPDT (United Phosphorus Drought Technology), surgem na tentativa de aumentar da taxa de sobrevivência das mudas, reduzir gastos com replantio e perdas de nitrogênio por lixiviação. Deste modo essa pesquisa terá como objetivos: a) avaliar o efeito de diferentes doses do UPDT no estabelecimento de mudas de Eucalyptus urograndis; b) avaliar sua influência na distribuição da água no solo e sua capacidade de absorção de nitrogênio e c) aplicação de modelagem computacional para verificar a distribuição da umidade no perfil do solo. Em casa de vegetação, serão plantadas 32 mudas E. urograndis em vasos distribuídos aleatoriamente, em dois solos (argiloso e arenoso), aplicando 1,0 e 2,0 g cm-3 de UPDT e variando a lâmina d´água de irrigação (1L e 3L) em 4 repetições (2x2x2x4). Outras 16 mudas, as testemunhas, receberão os mesmos tratamentos e repetições com exceção do polímero UPDT (2x2x4) totalizando 48 vasos. Em cada vaso serão instalados dois tensiômetros e dois extratores de solução a 15 e 30 cm de profundidade com o objetivo de monitorar a umidade do solo e observar a capacidade do UPDT em absorver o nitrogênio da solução. O modelo HYDRUS 1D será usado para verificar a influência do UPDT através da simulação da distribuição da água no solo. | |
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