| Processo: | 19/06779-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Hosana Gomes Rodrigues |
| Beneficiário: | Inara Peres Pinto |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cicatrização Reparo tecidual Inflamação Ácidos graxos ômega-3 Matriz extracelular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fat-1 | Inflamação | matriz extracelular | omega-3 | Cicatrização de feridas |
Resumo A cicatrização de feridas é um processo evolutivamente conservado e essencial à sobrevivência da espécie. Objetivando o fechamento da ferida e a reparação do tecido, a cicatrização depende da ação adequada e coordenada das fases: inflamatória, formação de tecido e remodelamento. Assim, compostos imunomoduladores têm sido estudados, visando acelerar o fechamento da ferida ou minimizar danos teciduais. Dentre estes compostos, destacam-se os ácidos graxos da família ômega-3 (É-3), devido às suas propriedades regulatórias/anti-inflamatórias já confirmadas em diversas pesquisas. Buscando uma alternativa para se avaliar as funções específicas destes ácidos graxos em diferentes órgãos ou tecidos, atualmente laboratórios em todo o mundo têm utilizado como modelo de estudo, camundongos transgênicos denominados FAT-1, capazes de produzir endogenamente ácidos graxos É-3, a partir de ácidos graxos É-6. Em estudos realizados previamente pelo nosso grupo, demonstramos que os camundongos FAT-1 atrasaram o fechamento da ferida e apresentaram aumento da produção de mediadores pró-inflamatórios na fase inflamatória tardia, na qual a inflamação deveria estar sendo resolvida. O desequilíbrio da resposta inflamatória modulou genes associados à estrutura e função da matriz extracelular (MEC), os quais foram avaliados por ensaio de PCR array especifico para cicatrização de feridas. A MEC é uma estrutura tridimensional constituída por uma variedade de macromoléculas, como proteínas formadoras de fibras tais como: colágeno, fibronectina, proteoglicanos, glicosaminoglicanos e, enzimas proteolíticas responsáveis em orquestrar a correta deposição e degradação do novo tecido. Como função, a MEC fornece suporte e orientação para que as células atinjam o local de interesse, além de influenciar a proliferação e diferenciação celular. Paralelamente, medeia o aporte sanguíneo e de nutrientes ao tecido. Portanto, compreender os mecanismos célula-MEC e os fatores que os influenciam, tais como ácidos graxos É-3, implicaria na descoberta de alvos terapêuticos ou no consumo consciente de É-3, afim de 2 favorecer o reparo tecidual e minimizar possíveis defeitos da cicatrização de feridas. Para tanto, avaliaremos através de PCR em tempo real, a expressão gênica dos principais constituintes da MEC, assim como, de genes específicos que tiveram uma modulação relevante, observada pelo ensaio prévio de PCR array. Quantificaremos através do método de ELISA, a produção de mediadores inflamatórios, enzimas e fatores de crescimento, nos tecidos cicatriciais de camundongos FAT-1 e wild type (WT) referentes a fase de formação de tecido e remodelamento, nas quais a MEC é produzida e atuante. | |
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