| Processo: | 19/11661-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 07 de dezembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística |
| Pesquisador responsável: | Maria Filomena Spatti Sandalo |
| Beneficiário: | Karin Camolese Vivanco |
| Instituição Sede: | Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Sintaxe Oração subordinada Línguas indígenas Língua Karitiana Kadiwéu |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Kadiweu | Karitiana | Perguntas de longa-distância | Perguntas indiretas | subordinação | Sintaxe |
Resumo O presente projeto busca investigar a formação de dois tipos de perguntas complexas (perguntas indiretas e perguntas de longa-distância) a partir de duas línguas indígenas brasileiras, a saber: o Karitiana (Tupi) e o Kadiwéu (Guaikuru). Perguntas indiretas são um tipo de oração reportada e subordinada a uma oração matriz (e.g., "Eu quero saber aonde você foi."), enquanto perguntas de longa-distância têm o pronome interrogativo como constituinte de uma oração subordinada (e.g., "Quem você acha que foi pra praia?"). Além de avançar o conhecimento sobre a gramática destas línguas, o projeto também nos ajudará a investigar as relações entre a estrutura das orações subordinadas e a formação de perguntas complexas. Especificamente, vamos avaliar em que medida a presença de núcleos tipicamente oracionais e a ausência de morfologia nominal em orações subordinadas pode afetar as estratégias de construção deperguntas bi-oracionais. Essa discussão será feita através de uma comparação entre Karitiana e Kadiwéu, que exibem um perfil oposto no que tange a subordinação: enquanto o Karitiana possui orações subordinadas nominalizadas, as orações encaixadas do Kadiwéu preservam todosos núcleos funcionais oracionais. Nosso objetivo é então verificar o quanto essas propriedades implicariam na emprego de estratégias diferenciadas para a construção de perguntas complexas em cada uma das duas línguas. Essa discussão será feita a partir da coleta e comparação de paradigmas completos de perguntas indiretas e perguntas de longa-distância nas duas línguas, dados estes que, devido a sua complexidade estrutural, são geralmente pouco reportados nas descrições de línguas minoritárias. (AU) | |
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