| Processo: | 20/03616-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Cirurgia Buco-maxilo-facial |
| Pesquisador responsável: | Adalberto Luiz Rosa |
| Beneficiário: | Jaqueline Isadora Reis Ramos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/12622-7 - Terapia celular: potencial de células-tronco mesenquimais, VEGF-A e BMP-9 para regenerar tecido ósseo, AP.TEM |
| Assunto(s): | Medicina regenerativa Células-tronco mesenquimais Paratormônio Pentoxifilina Reparo ósseo Terapia baseada em transplante de células e tecidos Tratamento farmacológico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células-tronco mesenquimais | Paratormonio | pentoxifilina | Reparo ósseo | terapia celular | Terapia farmacológica | Medicina Regenerativa |
Resumo O tecido ósseo apresenta grande capacidade de regeneração quando lesado por traumas, processos infecciosos ou neoplasias. No entanto, em algumas situações a extensão do dano ultrapassa a capacidade de regeneração do tecido, quando tratamentos adicionais são necessários. Dentre os tratamentos, estão o uso da terapia farmacológica, baseada no uso sistêmico de drogas com efeito anabólico sobre o tecido ósseo, e da terapia celular, baseada no uso local de células. Para a terapia farmacológica, duas drogas com efeito anabólico sobre o osso estão clinicamente disponíveis, o paratormônio (PTH) e a pentoxifilina (PTX), ambas capazes de aumentar a formação óssea. Na terapia celular, diversos tipos celulares podem ser utilizados, células indiferenciadas, como as células-tronco mesenquimais (MSCs), ou diferenciadas, como os osteoblastos. Estas células apresentam potencial similar para induzir a formação óssea quando localmente injetadas em defeitos ósseos, no entanto, ainda não resultando no completo reparo desses defeitos. Nesse contexto, o objetivo desse estudo é avaliar se a combinação de injeção local de MSCs derivadas da medula óssea (BM-MSCs) com o uso sistêmico de PTH e PTX é capaz de induzir o reparo de defeitos ósseos. Para tanto, defeitos ósseos de 5 mm serão criados em calvária de ratos e para mimetizar defeito ósseo pré-existente, os tratamentos serão iniciados somente após 2 semanas da criação dos defeitos. Primeiramente, serão determinados os efeitos dose-dependente de PTH e PTX para determinar a dose mais eficaz no reparo dos defeitos e posteriormente, os efeitos da combinação de PTH e PTX nas suas respectivas doses mais eficazes. Então, serão avaliados os efeitos na reparação óssea das combinações de injeção local de MSCs com injeções sistêmicas de PTH, PTX ou PTH+PTX e seus respectivos controles. Nossa hipótese é que a completa regeneração óssea ocorrerá com a combinação de MSCs e PTH+PTX. (AU) | |
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