| Processo: | 20/01513-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Ana Claudia Muniz Renno |
| Beneficiário: | Patrícia Gabrielli Vassão Alves Arakaki |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dor Treinamento aeróbio Exercício físico Fibromialgia Qualidade de vida |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dor | exercício aeróbio | exercício físico | Fibromialgia | Qualidade De Vida | Eletrotermofototerapia |
Resumo A fibromialgia (FM) é caracterizada pela dor muscular generalizada crônica, que acomete principalmente mulheres. Vários estudos já mostraram que exercícios aeróbicos são efetivos para a melhora da dor e da qualidade de vida desta população; outros estudos já mostraram que a fotobiomodulação (FBM) também é efetiva neste sentido. No entanto, não há consenso na literatura a respeito dos melhores parâmetros de FBM para tratar pacientes com FM, bem como em dosagem progressiva ao longo do tratamento. Assim, o objetivo deste estudo será verificar o efeito da associação de um protocolo de exercício aeróbio associado a FBM, com dosagem progressiva, no nível de dor e na qualidade de vida relacionado a saúde de mulheres com FM. Quarenta mulheres serão randomizadas e divididas em quatro grupos: GEFA: grupo exercício e FBM ativa, GEFP: grupo exercício e FBM placebo, GFA: FBM ativa ou GFP: FBM placebo. Antes da primeira sessão, após a última sessão de tratamento, e um follow-up de 26 e 52 semanas após a primeira avaliação, será avaliada a dor através da Escala Visual Analógica (EVA), limiar de dor à pressão, Impacto da Fibromialgia na qualidade de vida, qualidade de vida pelo SF-36, Nível de fadiga pelo FSS, nível de atividade física pelo IPAQ, Teste Timed Up-and-Go (TUG) e a capacidade funcional pelo Teste de Caminhada de 6 minutos (TC6). As intervenções terão duração de 12 semanas, 2 vezes por semana com a realização do exercício aeróbio em bicicleta estacionária e progressão de carga através do teste cardiorrespiratório. | |
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