| Processo: | 20/12848-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Linguística, Letras e Artes - Artes - Música |
| Pesquisador responsável: | Ana Beatriz de Oliveira |
| Beneficiário: | Pablo Henrique Nunes Martins |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisiologia musculoesquelética Autocuidado Reforma curricular Musical Prevenção |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | autocuidado | Dort | Ler | música | prevenção | Prevenção lesões musculoesqueléticas |
Resumo De acordo com a literatura, a atenção para saúde física e psicológica de músicos aumentou a partir dos anos 80, quando músicos de renome expuseram seus problemas musculoesqueléticos. De lá para cá, pesquisas acerca do assunto começaram a ser publicadas, apresentando exercícios e técnicas de prevenção e de minimização de lesões. Porém os seus efeitos e suas colaborações para saúde do músico necessitam de maior aprofundamento, indagando os instrumentistas sobre o conhecimento e utilização de tais técnicas. Dessa forma, o objetivo do presente estudo é identificar se músicos amadores e profissionais: 1) apresentam sintomas musculoesqueléticos e, se apresentam, quais regiões são mais frequentemente acometidas; 2) têm conhecimento de estratégias que minimizam o esforço durante a execução do instrumento; caso tenham esse conhecimento 3) quais estratégias conhecem e como adquiriram a informação e se 4) usam as estratégias que conhecem para melhorar o bem-estar musculoesquelético e prevenir o desenvolvimento de lesões. Secundariamente será possível avaliar o papel preditor das variáveis investigadas no desenvolvimento de sintomas musculoesqueléticos. De acordo com a literatura as hipóteses levantadas são as de que os músicos apresentam sintomas musculoesqueléticos e, em geral, desconhecem técnicas que possam auxiliar na prevenção do desenvolvimento dos mesmos. Ainda, espera-se que aqueles que conhecem tais técnicas tenham adquirido informações em função de lesões que desenvolveram ao longo da sua experiência. Espera-se ainda que, no caso de músicos profissionais, que pontualmente algum professor tenha sido responsável por transferir esse conhecimento, sem que isso estivesse previsto na estrutura curricular de formação dos músicos. Por fim, espera-se que o conhecimento acerca da prevenção de sintomas e lesão musculoesquelética seja superficial e raramente incorporado pelos músicos na sua prática musical. Os resultados da pesquisa poderão subsidiar o desenvolvimento de estratégias na formação musical que auxiliem os músicos na prevenção de sintomas e lesões musculoesqueléticas relacionadas à prática musical. | |
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