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Análise in vitro da remineralização dentinária com o uso de cimento de ionômero de vidro com ou sem partículas de ortofosfato de cálcio ou com agregado de trióxido mineral

Processo: 20/12761-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de agosto de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Roberto Ruggiero Braga
Beneficiário:Handially dos Santos Vilela
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/04737-4 - Remineralização dentinária com o uso de um compósito contendo partículas de ortofosfato de cálcio associado a um precursor mineral em fase líquida (Polymer-Induced Liquid-Precursor, PILP): desenvolvimento de material, estudos in vitro e clínico aleatorizado, AP.TEM
Assunto(s):Remineralização dentária   Biomimética   Técnicas in vitro   Cimentos de ionômeros de vidro   Fosfatos   Cálcio   Agregado trióxido mineral

Resumo

Abordagens restauradoras minimamente invasivas têm estimulado a busca por materiais capazes de atuar no processo de remineralização dentinária, não apenas em relação ao ganho mineral, mas também à recuperação funcional do tecido afetado. O presente projeto tem por objetivo analisar in vitro o efeito de um Cimento de Ionômero de Vidro convencional (CIV) contendo ou não partículas de ortofosfato de cálcio e do agregado de trióxido mineral (MTA) no processo de remineralização dentinária. Serão testadas as hipóteses nulas que a utilização destes materiais não promove aumento (1) do conteúdo mineral ou (2) das propriedades mecânicas (módulo de elasticidade e nanodureza) da dentina desmineralizada. Partículas de ortofosfato de cálcio serão sintetizadas por precipitação e caracterizadas por difratometria de raios-X, densidade, espalhamento de laser e microscopia eletrônica de varredura. Na segunda etapa, blocos de dentina (2 x 2 x 1,5 mm) serão parcialmente desmineralizados através de imersão em solução de fosfato de cálcio e ácido acético (pH 5,0) por 66 h e restaurados com um cimento de ionômero de vidro (Fuji IX), um cimento de ionômero de vidro com adição de 5% (em massa) de ortofosfato de cálcio, um material à base de silicato de cálcio (Biodentine) ou um compósito restaurador (Filtek Z250 - controle). Os corpos de prova serão mantidos em fluido corporal simulado (simulated body fluid, SBF) a 37°C por 60 dias. O ganho mineral será analisado através de espectroscopia ATR-FTIR e microscopia eletrônica de transmissão (n=5) nos períodos I0 (antes da desmineralização), I1 (imediatamente após a desmineralização) e após duas, quatro e oito semanas. A nanodureza e o módulo de elasticidade da dentina serão obtidos por meio do teste de nanoindentação (n=10) após 60 dias de armazenamento em SBF. Adicionalmente, a liberação de íons cálcio e fluoreto pelos materiais será determinada em corpos de prova (5 x 1 mm, n=5) imersos em SBF por duas, quatro e oito semanas. Caso os dados cumpram os requisitos de normalidade e homocedasticidade, serão analisados através de ANOVA de dois fatores com medidas repetidas/teste de Tukey (ART-FTIR, liberação de íons) ou ANOVA de um fator/teste de Tukey (nanodureza e módulo de elasticidade), com nível de significância de 5%. (AU)

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