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O papel da Orexina-A no córtex pré-frontal medial na expressão do medo condicionado contextual

Processo: 21/06557-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Rafael Carvalho Almada
Beneficiário:Gabriela Vitar Mendes Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/03898-1 - Medo e ansiedade: o papel do sistema orexinérgico no córtex pré-frontal medial, AP.JP
Assunto(s):Neurobiologia   Neurociências   Aprendizagem mnemônica   Córtex pré-frontal   Orexinas   Hipocretina   Microinjeções

Resumo

A capacidade de detectar e prever eventos ameaçadores ou estressantes é essencial para a sobrevivência. O córtex pré-frontal medial (mPFC) tem sido alvo de pesquisas no campo das neurociências, uma vez que se observa a participação desta região nos processos mnemônicos e no controle das emoções. O hipotálamo também tem sido implicado na regulação desses processos, e o neuropeptídeo hipotalâmico orexina (hipocretina) parece estar envolvido no processamento dos estados de medo e ansiedade. Estudos recentes têm correlacionado o sistema orexinérgico (hipocretina) com a neurobiologia das emoções, em especial, na regulação de comportamentos associados ao medo e a ansiedade. Entretanto, pouco se sabe a respeito do papel dos mecanismos orexinérgicos no mPFC durante a organização das respostas comportamentais associadas ao medo e à ansiedade. O presente trabalho tem por objetivo investigar o papel dos mecanismos orexinérgicos no córtex pré-límbico (PL), sub-região do mPFC, durante a organização e expressão das respostas defensivas associadas ao medo aprendido. Nesse cenário, será investigado o papel dos mecanismos orexinérgicos no PL durante a organização e expressão do medo condicionado ao contexto. Os camundongos receberão microinjeções de orexina-A, em diferentes doses, no PL e, posteriormente, serão submetidos ao paradigma experimental do medo condicionado contextual. A hipótese é que os mecanismos orexinérgicos sejam fundamentais durante a organização e expressão das respostas comportamentais associadas ao medo aprendido. (AU)

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