| Processo: | 21/09806-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Ana Elisa Valencise Quaglio |
| Beneficiário: | Lais Janaína Aparecida Henrique |
| CNAE: |
Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais |
| Vinculado ao auxílio: | 20/11699-9 - Desenvolvimento de ingredientes naturais prebióticos derivados de subprodutos de cadeias agrícolas brasileiras, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Antioxidantes Microbiota Prebióticos Subprodutos agrícolas Alimentos funcionais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antioxidantes | Fibras alimentares | Ingredientes Funcionais | Microbiota | prebióticos | subprodutos agrícolas | Alimentos Funcionais |
Resumo Alimentos funcionais desenvolvidos a partir de espécies vegetais, especialmente de frutos, podem ser considerados uma das mais inovadoras estratégias para a manutenção da saúde, visto que possuem benefícios adicionais na fisiologia do organismo, além do seu valor nutricional intrínseco. O uso de alimentos funcionais tem sido orientado especialmente no controle de doenças crônicas, visto que há a necessidade de uso prolongado para obtenção de seus efeitos. O mercado de ingredientes para modulação da microbiota intestinal (probióticos e prebióticos) representa uma das categorias de crescimento mais acelerado no mercado de ingredientes funcionais. O mercado global de produtos prebióticos para a alimentação humana atingiu cerca de US$2 bilhões no ano passado, com taxas projetadas de crescimento de 20% ao ano.Os subprodutos estudados neste projeto são gerados em milhares de toneladas todos os anos e a exploração comercial dos mesmos representa uma grande oportunidade de geração de receita e, em alguns casos, de redução do seu impacto ambiental. Depois da confirmação do potencial prebiótico dos subprodutos de cadeias agrícolas brasileiras avaliados na Fase 1 do projeto, buscamos agora o desenvolvimento tecnológico para otimização da atividade prebiótica desses produtos, sua padronização técnica e o atendimento às exigências regulatórias para registro e posterior lançamento comercial. As atividades deste projeto incluem a otimização da atividade prebiótica considerando seu tamanho (fator de oligomerização) e solubilidade. Serão realizados estudos de hidrólise enzimática para avaliar a mudança no perfil da distribuição do grau de oligomerização das fibras e o estudo da atividade prebiótica será realizado indiretamente pela determinação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). Em adição, algumas bactérias da microbiota intestinal já reconhecidas como produtoras de ácidos graxos de cadeia curta e que modulam diferentes processos fisiológicos serão quantificadas diretamente por qPCR. O escalonamento do processo produtivo em lotes piloto e definição da especificação técnica do ingrediente prebiótico permitirá a realização dos estudos de segurança exigidos para aprovação regulatório e posterior comercialização. | |
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