| Processo: | 19/03463-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas |
| Pesquisador responsável: | Giselda Durigan |
| Beneficiário: | Bruna Helena de Campos |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Estruturas subterrâneas Fogo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estruturas subterrâneas | Fatores condicionantes | Fisionomias campestres de Cerrado | fogo | Padrões florísticos | Fisionomias campestres de Cerrado |
Resumo O Cerrado é a mais rica entre as savanas do mundo e, também, a mais ameaçada. Os fatores que determinam a composição e a estrutura da comunidade vegetal em fisionomias dominadas pelo componente arbóreo são relativamente conhecidos, envolvendo relações complexas entre condições climáticas, edáficas e regime de distúrbio. Porém, não há evidências de que a influência desses fatores seja igualmente determinante da composição florística e estrutura no caso das fisionomias campestres do Cerrado. O objetivo geral da pesquisa proposta é investigar a influência relativa dos fatores que estão moldando as fisionomias campestres do Cerrado (cobertura arbórea inferior a 20%, em terrenos secos). Esperamos que diferentes condições edáficas, climáticas e/ou ao histórico de fogo irão resultar em padrões distintos de estrutura, diversidade, composição florística e funcional. O estudo será realizado em remanescentes naturais de fisionomias campestres de Cerrado no estado de São Paulo e estados vizinhos (PR, MS, MG). Em cada área de estudo será realizado o levantamento florístico, a caracterização funcional das espécies, a caracterização estrutural e coletada a biomassa da comunidade. Serão investigados fatores edáficos (tipo de solo, textura, composição química e profundidade), fatores climáticos (precipitação pluviométrica anual, duração da estação seca, evapotranspiração potencial, déficit hídrico acumulado, temperatura média, máxima e mínima anual) e histórico de fogo (número de queimas desde 1985 e intervalo de tempo desde a última queimada). A compreensão dessas relações trará importante contribuição para o avanço da ecologia dos campos e poderá dar suporte para políticas públicas relacionadas à legislação ambiental, com a criação de áreas protegidas que sejam representativas e que protejam hotspots de biodiversidade campestre e, também, para a restauração desses tipos de vegetação em áreas degradadas. | |
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