| Processo: | 22/11036-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 01 de janeiro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Ronaldo Bastos Francini Filho |
| Beneficiário: | Juliana de Andrade Souza |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Marinha (CEBIMAR). Universidade de São Paulo (USP). São Sebastião , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/13755-4 - Avaliação dos efeitos da turbidez por escoamento no uso de habitat do pargo de cauda preta invasor (Lutjanus fulvus) na baía de Kaneohe, Havaí, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Comportamento Ecologia química Ontogenia Poluição do mar Ecologia marinha |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | comportamento | Ecologia larval | Ecologia Química | Ontogenia | poluição marinha | Ecologia marinha |
Resumo Larvas de peixes recifais assentam geralmente em habitats costeiros rasos e complexos, os quais são reconhecidos como berçários. Ao longo do desenvolvimento ontogenético, os indivíduos migram ao longo da plataforma continental até atingirem as áreas reprodutivas, localizadas principalmente em recifes mais fundos e afastados da costa. Diferenças latitudinais no ambiente (e.g. padrões sazonais de temperatura) e na composição das assembleias de peixes (e.g. variação no tamanho dos peixes) podem causar respostas adaptativas nas espécies/assembleias e alterar os padrões de migrações ontogenéticas. O assentamento larval e a migração entre habitats são mediados pela percepção sensorial, como pistas olfativas do ambiente. Consequentemente, impactos antrópicos, como a poluição química, podem dificultar a capacidade de detecção dessas pistas e alterar o comportamento e a orientação de peixes, principalmente nas fases imediatamente após o assentamento. O presente estudo propõe (i) descrever os padrões de migrações ontogenéticas de peixes recifais em uma região tropical (baixa variação sazonal de temperatura) e uma subtropical (alta variação sazonal de temperatura), (ii) avaliar a influência de parâmetros ambientais (i.e., estrutura e complexidade de macrohabitats, temperatura, risco de predação) nesses padrões de migração, e (iii) avaliar os efeitos da poluição na capacidade de percepção de pistas olfativas do ambiente, na escolha de microhabitats e no comportamento agonístico ao longo do desenvolvimento ontogenético de peixes recifais. (AU) | |
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