| Processo: | 23/10059-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Acordo de Cooperação: | Universidad de la Frontera |
| Pesquisador responsável: | Severino Matias de Alencar |
| Beneficiário: | Priscilla Siqueira Melo |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 22/09431-3 - Potencial do subproduto de grãos da indústria cervejeira: desenvolvimento de processo para elaboração de barras e sucos funcionais, AP.R |
| Assunto(s): | Antioxidantes Compostos bioativos Compostos fenólicos Resíduos agroindustriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade antioxidante | Bagaço de malte | Compostos bioativos | Compostos fenólicos | resíduos agroindustriais | Compostos bioativos |
Resumo O bagaço de malte, oriundo do processo de produção de cerveja, representa o principal subproduto da indústria cervejeira, sendo produzido em grandes quantidades. Em 2021, somente o Brasil produziu 14,3 bilhões de litros de cerveja, o que coloca o setor como um dos maiores produtores de resíduos agroindustriais. O bagaço de malte, subutilizado e gerado em grande volume, representa impactos ambiental e social. Portanto, são relevantes iniciativas que visem a valorização desse subproduto, por meio de pesquisas sobre sua composição química, compostos bioativos e nutracêuticos, pois fornecem subsídios para a sua reutilização, contribuindo para a sustentabilidade da cadeia produtiva agroindustrial e a economia circular. Diante desse panorama, este trabalho visa contribuir com a caracterização do bagaço de malte, proveniente da indústria cervejeira, incluindo as análises sobre a bioacessibilidade e a absorção celular de seus compostos bioativos, a toxicidade in vivo, a atividade antioxidante e anti-inflamatória, bem como, a composição química por LC-ESI-QTOF-MS. Espera-se que os resultados obtidos contribuam para o uso desse subproduto da indústria cervejeira como matéria-prima na elaboração de novos alimentos funcionais. (AU) | |
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