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Repolarização in vivo de macrófagos associados ao tumor (TAMs) para macrófagos antitumorais M1 em leucemia mieloide aguda

Processo: 23/15512-9
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2024
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2025
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Eduardo Magalhães Rego
Beneficiário:Lucio Henrique Sousa Pinheiro
Supervisor: Stuart Rushworth
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of East Anglia (UEA), Inglaterra  
Vinculado à bolsa:20/16739-9 - Repolarização de macrófagos associados ao tumor (TAMs) para macrófagos anti-tumorais M1 em Leucemia Mieloide Aguda: um modelo murino, BP.DR
Assunto(s):Leucemia mieloide aguda   Hematologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:leucemia mielóide aguda | macrófagos associados ao tumor | Repolarização de macrófagos | Hematologia

Resumo

A leucemia mieloide aguda (LMA) é um distúrbio hematológico maligno caracterizado pela proliferação descontrolada e comprometimento da diferenciação das células progenitoras da linhagem mieloide. Estudos recentes sugerem que não apenas mutações intrínsecas impulsionam a leucemogênese, mas que o microambiente da medula óssea (MO) pode contribuir para a expansão das células leucêmicas. Assim, novas abordagens terapêuticas direcionadas tanto às células leucêmicas quanto ao ambiente circundante são de interesse para melhorar o desfecho clínico dos pacientes com LMA. Dentre as diferentes células que compõem o nicho medular, estão os macrófagos que são células imunes fagocíticas com alta plasticidade inerente. Como resultado, os macrófagos podem promover a erradicação do tumor ou promover o início e a progressão tumoral. Uma estrutura conceitual simplificada classifica os macrófagos em duas subpopulações: macrófagos M1 e M2. Anteriormente, nosso grupo mostrou que os macrófagos associados à LMA (AAMs) possuem características semelhantes às de macrófagos M2 e estão associados a um mau prognóstico em pacientes com LMA, por dar suporte às células leucêmicas e criar um nicho da MO mais permissivo. A partir desses dados, pretendemos repolarizar AAMs-M2 para o fenótipo M1, tratando-os com plinabulina e selumetinib, dois agentes que foram relatados na literatura por sua capacidade de repolarizar macrófagos M2 para macrófagos M1 em tumores sólidos. Nossos resultados mostraram que o tratamento in vitro de macrófagos com ambas as drogas aumentou a expressão de marcadores M1, enquanto a expressão dos marcadores M2 diminuiu. Posteriormente, queremos testar a capacidade de polarização dessas drogas in vivo usando os modelos murinos de LMA: MEIS1/HOXA9 e MN1.

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