| Processo: | 23/15879-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Bruno Alonso Miotto |
| Beneficiário: | Gabriele Yumi Ramalho |
| Instituição Sede: | Universidade de Santo Amaro (UNISA). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Isolamento Leptospira Reação em cadeia por polimerase (PCR) Doenças transmissíveis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | isolamento | Leptospira | Pcr | doenças infecciosas |
Resumo A leptospirose é uma zoonose bacteriana de distribuição mundial, potencialmente letal e capaz de causar surtos epidêmicos em populações humanas e de animais domésticos. Cães infectados podem atuar como importante fonte de infecção para populações humanas, uma vez que são capazes de eliminar o patógeno no ambiente via urina e fluidos corporais. Desta forma, a identificação de animais infectados, que é possibilitada principalmente pela associação de múltiplas técnicas diagnósticas, é essencial para auxiliar na implementação de medidas preventivas com forte impacto em Saúde Pública. Mesmo diante da confirmação do diagnóstico, somente o isolamento do agente permite a identificação de estirpes circulantes, viabilizando assim a comercialização de vacinas que contenham sorovariedades que garantam a imunização eficaz de populações susceptíveis. O objetivo deste estudo é utilizar uma abordagem múltipla para o diagnóstico definitivo da leptospirose canina, tendo como objetivo principal o isolamento do patógeno e caracterização da estirpe infectante. Amostras de urina e sangue serão coletadas de cães com suspeita clínica de leptospirose atendidos no Hospital Veterinário da Universidade de Santo Amaro e destinadas ao cultivo de leptospiras e à detecção molecular do patógeno por meio da PCR. Amostras de soro serão destinadas à investigação de anticorpos antileptospiras por meio da técnica de soroaglutinação microscópica. Caso seja possível o isolamento do agente, será realizada a caracterização dos isolados pelo uso da técnica de sorogrupagem com anticorpos policlonais. | |
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