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Análises bioquímicas e morfológicas in vitro em células epiteliais de pulmão humano (linhagem A549) expostas a material particulado atmosférico (PM10).

Processo: 23/12611-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2024
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2025
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Marisa Narciso Fernandes
Beneficiário:Caroline Martins de Souza
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/08491-0 - Material particulado atmosférico e contaminação ambiental. Avaliação do impacto na biota aquática em uma abordagem ecofisiotoxicológica integrada, AP.TEM
Assunto(s):Toxicologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:capacidade antioxidante total | etoxiresorufina-O-desetilase | linhagem celular de pulmão humano | Morfologia celular | Toxicologia

Resumo

No Brasil, as indústrias siderúrgicas da região de Vitória, no estado do Espírito Santo, liberam continuamente material particulado metálico na atmosfera (MPA) como resultado da produção de aço, ligas metálicas e pelotização do minério de ferro. O MPA é composto por 20% material orgânico e 80% por materiais inorgânicos com metais e nanopartículas metálicas que se dissolvem em meio aquoso liberando esses componentes. A nível celular, os componentes do MPA podem ser internalizados, gerar espécie reativas de oxigênio (EROs) e, consequentemente, alterações na atividade antioxidante celular que se não neutralizarem as ROS produzidas, resulta em estresse oxidativo. Portanto, é importante estudos que visam analisar os efeitos dos contaminantes que estão presentes no MPA e internalizados no interior da célula, uma vez que podem causar doenças associadas as alterações celulares. Assim, o presente estudo visa analisar as consequências da exposição de células epiteliais de brônquios humanas (adenocarcinoma, linhagem A549) ao MPA. Para isso, as células cultivadas serão expostas por 24 horas ao MPA em 5 tratamentos: 0,0 (controle negativo), 1,0, 5,0, 10,0, 20,0 e 40,0 ¼g mL-1 de MPA (PM10) e, posteriormente, serão analisadas a atividade da enzima etoxiresorufina-O-desetilase (EROD), a capacidade antioxidante total (ACAP) e a presença de nanopartículas nas células utilizando microscopia de campo escuro (Dark-Field).

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