| Processo: | 25/04373-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 26 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Max Cardoso Langer |
| Beneficiário: | Julian Sebastian Ramirez Moreno |
| Supervisor: | Philip Graham Cox |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University College London (UCL), Inglaterra |
| Vinculado à bolsa: | 23/08123-6 - O registro fóssil de Rhinella para a América do Sul: descrição de espécimes inéditos, revisão taxonômica e posicionamento filogenético, BP.DR |
| Assunto(s): | Biomecânica Bufonidae Taxonomia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomechanics | Bufonidae | Comparative Osteology | skull morphology | taxonomy | Morfometria e Evolução de Anfíbios |
Resumo Os sapos do gênero Rhinella são bufonídeos de pequeno a médio porte amplamente distribuídos pelo Neotrópico, apresentando significativa diversidade morfológica e biológica. O gênero é reconhecido como monofilético e está dividido em dois grandes clados: R. marina e R. margaritifera. Tradicionalmente, caracteres osteológicos têm sido utilizados para estudar a taxonomia e as relações evolutivas do grupo, porém as técnicas convencionais apresentam limitações na captura da variação morfológica tanto em espécimes recentes quanto fósseis, dificultando sua classificação. Para abordar essa questão, este projeto tem como objetivo utilizar a microtomografia computadorizada (CT scanning) para criar um atlas osteológico abrangente de Rhinella, permitindo a avaliação da variabilidade intraespecífica de características osteológicas por meio de morfometria geométrica (GMM) e a investigação das adaptações funcionais nas estruturas esqueléticas de Rhinella por meio da Análise de Elementos Finitos (FEA), um método raramente aplicado a anfíbios. Essa abordagem multifacetada fornecerá informações valiosas sobre sua evolução e morfologia funcional | |
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