| Processo: | 25/02588-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Heraldo Possolo de Souza |
| Beneficiário: | Fernanda Ishihara Casagrande |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Inflamação Coativador 1-alfa do receptor gama ativado por proliferador de peroxissomo Sepse Sirtuínas Medicina de emergência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Inflamação | microbiota oral | Pgc-1 | sepse | Sirtuinas | Medicina de Emergência |
Resumo IntroduçãoA sepse é caracterizada por uma resposta imune desregulada à infecção, podendo levar à falência de múltiplos órgãos e morte. O principal fator associado à morbimortalidade da condição é a resposta inflamatória descontrolada, no entanto, as alterações metabólicas que ocorrem nos leucócitos circulantes ainda não estão completamente esclarecidas, nem está claro como a microbiota oral influencia sua evolução. Objetivos Nosso objetivo é determinar o padrão da expressão dos coativadores PGC-1alfa e PGC-1beta durante a evolução de pacientes em sepse e definir se sua dosagem pode ser útil para identificar o padrão da resposta imune (se há maior tendência a uma hiper inflamação ou imunossupressão) e/ou como marcadores de prognóstico em pacientes sépticos. Paralelamente, iremos descrever a microbiota oral e determinar se suas alterações podem estar relacionadas ao desenvolvimento da sepse Metodologia Pacientes com diagnóstico de sepse terão amostras de sangue colhidas na admissão e nos próximos três dias. Serão dosadas a expressão dos PGC-1s e citocinas circulantes. Será feita a associação da expressão dos PGC-1 com os desfechos e com o padrão da resposta imune dos pacientes sépticos. Amostras da microbiota oral serão caracterizadas nos mesmos dias. Relevância A grande dificuldade nos ensaios clínicos para tratamento da sepse é definir em qual o momento o paciente se encontra. Analisando concomitantemente a expressão dos coativadores PGC-1 e sua relação com os mediadores da resposta inflamatória, poderemos definir se o paciente em sepse se encontra em uma fase em que predomina a resposta pró-inflamatória ou a imunossupressão. Ao mesmo tempo, a caracterização da microbiota e sua possível relação com o prognóstico poderão trazer novas possibilidades terapêuticas. Esses dados poderão ser de extrema utilidade em futuros ensaios clínicos e para um melhor entendimento da fisiopatologia da sepse | |
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