| Processo: | 25/13550-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Parasitologia - Helmintologia de Parasitos |
| Pesquisador responsável: | Fernanda de Freitas Anibal |
| Beneficiário: | Nicole Fokama Lima |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Imunoterapia Schistosoma mansoni Tratamento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Esquistossomose mansônica | imunoterapia | Schistosoma mansoni | Tgr | Tratamento | Esquistossomose mansônica |
Resumo A esquistossomose é uma doença parasitária de grande relevância no que tange a saúde mundial. Como tratamento, utiliza-se unicamente o Praziquantel, medicamento utilizado desde 1970. Dado o desenvolvimento de resistência ao fármaco e sua insuficiência como tratamento, tornou-se essencial a busca por alternativas. Estudos acerca da proteína tiorredoxina glutationa redutase (TGR) como uma opção à esquistossomose mansônica ainda são iniciais, analisando principalmente sua funcionalidade no próprio parasita. Já foi observada sua essencialidade enquanto componente molecular do verme. Além disso, os mamíferos apresentam moléculas análogas, divididas em Trx e GSH, mas cumprindo a mesma função redox em ambos. Para uso de TGR como possível tratamento, será administrada em 3 doses intervaladas em camundongos fêmeas de linhagem Balb/c. Para verificar as alterações ocasionadas pela proteína, serão observados parâmetros parasitológicos em modelo murino, sendo eles a contagem de ovos pelo método Kato-Katz, avaliação da carga parasitária pela recuperação de vermes adultos no sistema porta e mesentério intestinal dos animais. Também serão verificados parâmetros leucocitários por meio da contagem global de leucócitos do sangue e do lavado da cavidade peritoneal e avaliação da produção de IgG1, IgG2a e IgE através do método ELISA indireto. Com isso, busca-se neste estudo compreender seus efeitos em organismos infectados, bem como os efeitos no sistema imunológico. | |
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