| Processo: | 25/05069-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Joao Paulo Fabi |
| Beneficiário: | Milena Fronza Broering |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/07914-8 - FoRC - Centro de Pesquisa em Alimentos, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Barreira hematoencefálica Biodisponibilidade Espilantol Neuroinflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Barreira hematoencefálica | biodisponibilidade | espilantol | nanocapsula | Neuroinflamação | suplemento | Nano Food Science |
Resumo As doenças neurodegenerativas estão fortemente associadas a processos inflamatórios persistentes, sendo a dieta ocidental fortemente relacionada ao desenvolvimento e evolução dessas doenças tornando a neuroinflamação um alvo terapêutico relevante. O espilantol, um composto bioativo encontrado no jambu (Acmella oleracea), apresenta propriedades anti-inflamatórias promissoras, mas sua baixa biodisponibilidade limita sua aplicação. Neste contexto, o presente projeto propõe a integração de nanotecnologia e modelos organ-on-a-chip para investigar o potencial do espilantol nanoencapsulado como um suplemento terapêutico auxiliar no controle da neuroinflamação. O estudo será conduzido em três frentes principais: (1) desenvolvimento e caracterização físico-química de nanocápsulas contendo espilantol para otimizar sua estabilidade e biodisponibilidade; (2) avaliação in vitro da absorção intestinal do espilantol nanoencapsulado utilizando sistemas de microfluídica e organoides intestinais derivados de iPSC; (3) investigação dos efeitos biodisponibilidade do espilantol nanoencapsulado sobre em camundongos tratados por via oral para determinar a presença do espilantol nanoencapsulado no cérebro e em outros órgãos. Além disso, serão desenvolvidas técnicas de organ-on-a-chip para investigar a capacidade das nanocápsulas contendo espilantol de atravessar barreiras fisiológicas. O estudo abordará, a interação entre o eixo intestino-cérebro e a resposta do organoide cerebral inflamado, permitindo uma análise mais aprofundada do potencial terapêutico do espilantol. A proposta busca validar estratégias para melhorar a permeação da barreira hematoencefálica e possibilitar o uso do espilantol como um suplemento terapêutico complementar, ampliando as opções de tratamentos convencionais para doenças neurodegenerativas. O projeto se destaca pela utilização de métodos alternativos, reduzindo o uso de modelos animais e promovendo abordagens inovadoras para o desenvolvimento de terapias mais eficazes e seguras. (AU) | |
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