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Envolvimento de mTORC1 no aumento da capacidade termogênica do tecido adiposo marrom induzido pela exposição ao frio e/ou ativação farmacológica de PPARy

Processo: 25/14824-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de agosto de 2027
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:William Tadeu Lara Festuccia
Beneficiário:Luara Beatriz Gheler de Novaes
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/04159-8 - Biologia e envolvimento de mTORC2 e mTORC1 no desenvolvimento da esteatose hepática e progressão para esteatohepatite e hepatocarcinoma, AP.TEM
Assunto(s):Tecido adiposo marrom   Metabolismo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Capacidade Termogênica | mTORC1 | tecido adiposo marrom | Metabolismo

Resumo

O tecido adiposo marrom (BAT) possui alta capacidade termogênica e de oxidação de substratos, o que o torna um alvo promissor no tratamento da obesidade e doenças metabólicas. A norepinefrina (NE) liberada pela inervação simpática e a ativação farmacológica do receptor nuclear PPAR¿ por compostos como a pioglitazona aumentam a capacidade termogênica do BAT. Evidências indicam que ambos os estímulos, por mecanismos distintos, ativam mTORC1 - um regulador central da proliferação, crescimento e metabolismo celular - em adipócitos marrons. Este projeto visa investigar os mecanismos moleculares envolvidos na ativação de mTORC1, bem como o envolvimento de mTORC1 como mediador do aumento de capacidade termogênica do BAT induzido pela exposição ao frio e/ou tratamento com pioglitazona. Para isso, caracterizaremos as populações, divisão e fase do ciclo celular, bem como o conteúdo de DNA e a sinalização nas vias adrenérgica, PI3K-Akt-mTORC1, PPAR¿ e das MAPKs na fração vascular estromal total, em células progenitoras proliferativas positivas para PDGFR¿, e adipócitos marrons maduros (sinalização apenas) isolados do BAT de camundongos tratados ou não com pioglitazona (30 mg/kg/dia) mantidos à 30ºC ou 10ºC por 3 dias. Em um segundo protocolo, camundongos com deleção específica de Raptor (componente essencial de mTORC1) em adipócitos marrons maduros (UCP1-CreERT) serão tratados ou não com pioglitazona, mantidos à 30ºC ou 10ºC por 15 dias e avaliados para a massa e conteúdo de DNA, capacidade termogênica, conteúdo de UCP1, respiração mitocondrial e metabolismo. Os resultados deste estudo poderão elucidar os mecanismos envolvidos no recrutamento e aumento da capacidade termogênica do BAT. (AU)

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