| Processo: | 26/00846-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2026 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2030 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Ecologia |
| Pesquisador responsável: | Tadeu de Siqueira Barros |
| Beneficiário: | Gabriela Dezotti Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 21/10639-5 - Centro de Pesquisa em Biodiversidade e Mudanças do Clima, AP.CEPID |
| Assunto(s): | Cerrado Ecologia de comunidades |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cerrado | Estabilidade temporal | montagem de comunidades | Regimes de distúrbios | variação de atributos | Ecologia de Comunidades |
Resumo Distúrbios alteram as respostas de processos ecológicos, resultando em alterações na estrutura e composição de comunidades. A recorrência desses eventos ao longo do tempo define regimes aos quais os ecossistemas tendem a ser adaptados. Porém, mudanças climáticas e ações antrópicas têm intensificado alterações nos regimes de distúrbio, principalmente em sua frequência e sazonalidade. Com isso, padrões historicamente observados se tornam menos frequentes, dando origem a regimes aos quais muitos ecossistemas não estão adaptados (novel disturbance regimes). Novos regimes podem reorganizar comunidades profundamente ao alterar composição, estabilidade e dominância, mesmo quando a perda imediata de espécies não é evidente. O objetivo deste projeto é entender como a diversidade sob regimes de distúrbio contrastantes varia em múltiplas escalas. Para isso, a proposta integra quatro capítulos complementares. O primeiro foca nas mudanças na variação de atributos intra e interespecíficos. O segundo, foca em como regras de montagem se alteram quando mudanças no regime interagem com a variabilidade climática. O terceiro tem como foco quantificar como regimes contrastantes afetam a estabilidade temporal de populações e comunidades, explorando o papel da assincronia e a relação entre escalas local e regional. Por fim, investigaremos como padrões de dominância se reorganizam ao longo de gradientes de regime e como isso se conecta à estrutura e à dinâmica de comunidades. O projeto combina o uso de séries temporais com amostragem de atributos funcionais e bases de dados globais. Essa integração permite comparar respostas em diferentes níveis de organização e entende se as mudanças nas métricas seguem padrões consistentes sob regimes contrastantes. Ao final, o trabalho contribui para compreender como novos regimes de distúrbio podem reorganizar a diversidade de ecossistemas. (AU) | |
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