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Caracterização Molecular Quantitativa da Microbiota Fecal em Cavalos com Síndrome Metabólica Equina em Comparação a Cavalos Saudáveis

Processo: 26/03106-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 15 de julho de 2026
Data de Término da vigência: 08 de novembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Alexandre Augusto de Oliveira Gobesso
Beneficiário:Beatriz Cavinatto
Supervisor: Marcio Carvalho da Costa
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Instituição Anfitriã: Université de Montréal à Saint-Hyacinthe, Canadá  
Vinculado à bolsa:25/15762-0 - Avaliação do microbioma e metaboloma fecal de equinos submetidos a dieta com inclusão de DDGS, BP.IC
Assunto(s):Disbiose   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Resistência à insulina
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Disbiose | Hiperinsulinemia | Laminite Endócrina | Obesidade Equina | Pcr | resistência a insulina | Biotecnologia Aplicada à Medicina Veterinária

Resumo

A Síndrome Metabólica Equina (SME) é uma afecção endócrino-metabólica caracterizada por desregulação da insulina, alteração do metabolismo energético e adiposidade anormal, estando fortemente associada ao desenvolvimento de laminite endocrinopática. Evidências crescentes sugerem que alterações na microbiota intestinal podem estar envolvidas na fisiopatologia da disfunção metabólica em equinos. Entretanto, a maioria dos estudos baseia-se em abordagens de sequenciamento que fornecem dados de abundância relativa, evidenciando a necessidade de métodos moleculares quantitativos com maior aplicabilidade clínica.Este estudo tem como objetivo caracterizar as alterações da microbiota fecal associadas à SME e identificar potenciais biomarcadores microbianos que subsidiem o desenvolvimento futuro de um índice quantitativo de disbiose para diagnóstico precoce e monitoramento clínico.Serão incluídos 30 cavalos adultos, distribuídos em três grupos: cavalos com SME (n=10), cavalos aposentados saudáveis (n=10) e cavalos atletas (n=10). Amostras fecais serão coletadas, armazenadas a ¿80 °C e submetidas à extração de DNA. Será realizada PCR quantitativa em tempo real (qPCR) para determinar a abundância absoluta de táxons bacterianos selecionados, incluindo Akkermansia spp., Fibrobacter spp., Ruminococcaceae, Lachnospiraceae, Oscillospiraceae, Ruminococcus spp., Faecalibacterium spp., Blautia spp., Roseburia spp., Oscillibacter spp., Prevotellaceae e Bacteroidaceae.A quantificação absoluta será realizada por meio de curvas padrão geradas a partir de fragmentos gênicos sintéticos. Os dados serão analisados por testes paramétricos ou não paramétricos, conforme a distribuição, com correções pós-hoc para múltiplas comparações. As análises multivariadas incluirão Análise de Componentes Principais (PCA) e PERMANOVA. O nível de significância estatística será estabelecido em p < 0,05. (AU)

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