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Polissorbato 80 e carcinogênese hepática: efeitos toxicológicos mediados pelo eixo fígado-intestino

Processo: 26/01836-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Data de Início da vigência: 01 de abril de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área de conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Luís Fernando Barbisan
Beneficiário:Julia Oliveira Noveti
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Microbioma gastrointestinal   Transplante de microbiota fecal   Patologia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:carcinoma hepatcelular | Masld | microbiota intestinal | Polissorbato 80 | Transplante fecal | Patologia

Resumo

Estudos recentes indicam o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados (AUP), correspondendo a cerca de 60% das Kcal consumidas em países industrializados. Esses alimentos são tradicionalmente caracterizados pelo alto teor calórico e riqueza em aditivos alimentares, como o polissorbato 80 (P80), o principal tipo de emulsificante utilizado na indústria de alimentos. Em paralelo, observa-se o aumento da relevância epidemiológica da doença esteatótica hepática associada à disfunção metabólica (MASLD), associada ao consumo de uma dieta de perfil ocidental rica em AUP. Dessa forma, buscamos avaliar os efeitos do P80 sobre a hepatocarcinogênese associada à MASLD. Camundongos machos C57BL/6 serão distribuídos em 3 grupos, dieta basal, dieta ocidental (DO, 30% de gordura e 0,2% de colesterol, mais solução de glicose/frutose na água de beber) ou DO+P80 (Delineamento 1). Além disso, animais serão expostos ao P80 (1,6 mg/mL, em água filtrada). Na semana 12, serão coletadas amostras fecais, destinadas à avaliação do perfil de ácidos graxos de cadeia curta e ácidos biliares e transplante de microbiota fecal (TMF). Em seguida, serão avaliados os efeitos da microbiota programada pelo P80 sobre a progressão tumoral em um modelo heterólogo subcutâneo (Delineamento 2). Animais serão distribuídos em 4 grupos: veículo (PBS), microbiota DO, microbiota DO+P80 e microbiota inativada, e serão submetidos ao protocolo de depleção de microbiana intestinal seguido de TMF. Por fim, animais serão submetidos a um protocolo de indução tumoral subcutânea com células tumorais hepáticas murinas (RIL-175, 1,0 x 106). O crescimento tumoral será monitorado diariamente, por 21 dias. Amostras tumorais serão destinadas à avaliação dos níveis de proliferação celular (PCNA) e apoptose (caspase-3 clivada). (AU)

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