| Processo: | 05/02830-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Maria de Lourdes Ribeiro de Souza da Cunha |
| Beneficiário: | Valéria Cataneli Pereira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Staphylococcus aureus Bacteriologia Oxacilina Anti-infecciosos Cefoxitina |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antimicrobianos | Cefoxitina | Mec A | Oxacilina | Resistencia | Staphylococcus Aureus | Bacteriologia |
Resumo O gênero Staphylococcus é composto de 40 espécies, sendo o Staphylococcus aureus a espécie mais importante, sendo agente de uma grande variedade de infecções. As infecções mais comuns incluem furúnculos, celulite, impetigo e sítios de ferida cirúrgica. Algumas das mais sérias infecções são a bacteremia, pneumonia, osteomielite, endocardite aguda, miocardite, meningite, e abscesso nos músculos, trato genitourinário, sistema nervoso central e vários órgãos intra-abdominais As infecções nosocomiais têm sido a principal causa de morbidade e mortalidade. A emergência de resistência antimicrobiana a drogas é um problema sério, de crescimento significativo para a terapêutica antimicrobiana clínica em pacientes acometidos por infecções estafilocócicas, principalmente quando envolve microrganismos dotados de inúmeros fatores de virulência e de mecanismos genéticos para aquisição desta característica no ambiente hospitalar. A prevalência de Staphylocccus aureus resistentes à oxacilina (MRSA) nos hospitais tem aumentado na maioria dos países. A resistência intrínseca à oxacilina em S. aureus é mediada pela produção de uma proteína ligadora de penicilina (PBP) suplementar (PBP 2 ou PBP 2a), que apresenta baixa afinidade às penicilinas semi-sintéticas, sendo o determinante genético desta proteína de natureza cromossômica, gene mec A. Embora a resistência mediada pelo gene mec A esteja presente em todas as células da população com resistência intrínseca, esta pode ser somente expressa por uma pequena percentagem delas, levando ao que se chama de resistência heterogênea. Considerando que os métodos fenotípicos para detecção de MRSA pode algumas vezes fornecer resultados questionáveis, tem sido propostos testes moleculares para a detecção do gene mec A ou seu produto PBP 2a. A pesquisa do gene mec A usando a técnica da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) é considerada o padrão ouro para detecção de MRSA. A detecção de resistência à oxacilina em Staphylococcus é importante para guiar a terapia e prevenir que o paciente seja desnecessariamente tratado com vancomicina, o que é um antimicrobiano que apresenta complicações terapêuticas e pode levar à seleção de amostras resistentes. As taxas de prevalência de MRSA variam muito particularmente em função do tamanho e tipo de instituição, assim, este estudo tem como objetivo a determinação da sensibilidade à oxacilina em amostras de S. aureus isoladas de pacientes do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) pelo método de difusão da droga com disco de oxacilina e cefoxitina e a comparação desses métodos com a detecção do gene mec A pela técnica de PCR. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |