| Processo: | 06/55512-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Marcia Pinto Alves Mayer |
| Beneficiário: | Ericka Tavares Pinheiro |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 03/08598-0 - Fatores de virulência de A. actinomycetemcomitans: participação na doença, regulação da expressão, diversidade e resposta imune, AP.TEM |
| Assunto(s): | Fatores de virulência Eletroforese em gel de campo pulsado Doenças periodontais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Doenca Periodontal | Fatores De Virulencia | Pfge | Tipagem Bacteriana |
Resumo O presente estudo tem por objetivo investigar a diversidade genética, por PFGE, de cepas de Actinobacillus actinomycetemcomitans isoladas de pacientes com doença periodontal e a sua correlação com fatores de virulência. Serão analisadas 50 cepas de A. actinomycetemcomitans isoladas de indivíduos com diferentes condições clinicas, de diferentes localizações geográficas; das quais cepas já isoladas no Brasil de pacientes com doença periodontal. Também serão analisadas outras cepas de A. actinomycetemcomitans provenientes de diferentes países: Suécia, Quênia, Japão e EUA. A reação de amplificação da região que codifica o gene 16S rRNA será realizada inicialmente para a confirmação da identidade das amostras. A tipagem bacteriana será realizada pela eletroforese em campo pulsado (PFGE) após digestão do DNA cromossômico com as enzimas de restrição Xhol e Sse83871. O polimorfismo das cepas de A. actinomycetemcomitans será relacionado aos seguintes fatores: aspectos clínicos periodontais dos pacientes; origem geográfica; características fenotípicas como atividade tóxica distensora citoletal e capacidade de invasão em células KB; e polimorfismo de genes que codificam fatores de virulência como aae (que codifica uma adesina), apaH (que codifica uma nudix hidrolase) e das regiões promotoras de cdt (que codifica a toxina distensora citoleral) e Ikt (que codifica a leucotoxina), analisados no projeto temático. (AU) | |
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