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Influência dos polimorfismos a2920c do gene XPC e T30028C do gene XPF relacionados com o Reparo de DNA, na susceptibilidade ao melanoma maligno

Processo: 08/55816-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Carmen Silvia Passos Lima
Beneficiário:Cristiane de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Reparo do DNA   Polimorfismo genético   Melanoma

Resumo

A incidência do melanoma maligno (MM) aumentou nas últimas décadas na maioria dos países do mundo. O tumor é responsável pela maioria das mortes por câncer de pele devido a propensão a metastatizar e à refratariedade à terapêutica medicamentosa. O principal fator de risco para a ocorrência do tumor é a exposição aos raios ultravioleta A (UVA) e B (UVB) que determinam lesões no DNA das células epiteliais. Os genes xeroderma pigmentosum do tipo C (XPC) e do tipo F (XPF), associados ao reparo de lesões do DNA por radiação ultravioleta por meio da excisão de nucleotídeos (via NER), são polimórficos em humanos. Os alelos variantes dos polimorfismos A2920C e T30028C do gene XPC e XPF parecem associados ao maior risco de ocorrência do MM, por possivelmente codificarem proteínas menos ativas nessa função do que os respectivos alelos selvagens. São desconhecidos os papéis dos polimorfismos A2920C e T30028C do gene XPC e XPF na ocorrência do MM em nosso país. Frente ao exposto, esse constituiu objetivo desse estudo. Serão avaliados 100 pacientes com MM de pele e 100 controles, pareados aos pacientes por idade, sexo e etnia, atendidos no Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas. As informações clínicas serão obtidas dos pacientes e prontuários pelo pesquisador responsável pelo estudo. A genotipagem será realizada por meio da reação em cadeia da polimerase e digestão enzimática. O significado estatístico das diferenças entre grupos será calculado por meto do teste da probabilidade exata de Fisher ou qui-quadrado. As determinações dos riscos de ocorrência do MM, a que pacientes e controles foram submetidos, serão obtidas por meio das razões das chances (ORs) e calculadas considerando um intervalo de confiança de 95%. Acreditamos que os resultados deste estudo poderão contribuir para o melhor entendimento da etiologia e fisiopatologia da doença em nosso meio. (AU)