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Evolução do dimorfismo sexual em lagartos tropiduríneos (Sauria, Iguanidae): relações com o tipo de hatibat

Processo: 07/58179-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Tiana Kohlsdorf
Beneficiário:Felipe Almeida Moraes Zampieri
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Seleção sexual   Caracteres sexuais

Resumo

Seleção sexual, como descrita por Darwin, 1874, baseia-se na disputa entre machos por fêmeas e na escolha da fêmea por determinados machos, sendo estes dots tipos de comportamento possivelmente mediados por complexos sistemas de sinalização visual. O dimorfismo sexual morfométrico ou de padrões de coloração facilitada percepção desse sinal, cuja emissão e recepção podem ser influenciadas pela densidade de vegetação e/ou de barreiras físicas em um dado ambiente. Por exemplo, ambientes menos densos em vegetação favoreceriam a transmissão do sinal visual. Dessa forma, poder-se-ia esperar que em ambientes menos densos a evolução de dimorfismo sexual seria favorecida em comparação com ambientes florestais. O presente estudo objetiva testar esta hipótese quantificando sete variáveis morfométricas em machos e fêmeas pertencentes a vinte e três espécies de lagartos da sub-família Tropidurinae: comprimento rostro-cloacal, comprimento da cauda, altura, largura e comprimento da cabeça, e duas diagonais da mancha femoral esquerda (raio maior e raio menor). Também serão quantificadas três variáveis discretas, dadas pela presença ou ausência de colar no pescoço, mancha femoral e mancha abdominal. Serão calculados índices de dimorfismo sexual para cada espécie a partir das variáveis mensuradas e, segundo a presença de sinal filogenético, serão realizadas tanto análises estatísticas convencionais quanto filogenéticas. Reconstruções de estados ancestrais das variáveis serão mapeadas na topologia de Tropidurinae. (AU)