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Estudo randomizado, duplo-cego e controlado sobre os efeitos da respiracao com heliox na tolerancia ao exercicio dinamico e na oxigenacao muscular periferica de pacientes normoxemicos com...

Processo: 07/50391-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2007
Vigência (Término): 31 de maio de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia do Esforço
Pesquisador responsável:José Alberto Neder Serafini
Beneficiário:Gaspar Rogério da Silva Chiappa
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fluxo sanguíneo   Débito cardíaco   Capacidade funcional

Resumo

Fundamentação: A inalação de oxigênio com hélio reduz a hiperinsuflação dinâmica e pode melhorar a tolerância ao exercício em pacientes com DPOC. No entanto, desconhece-se o efeito do Heliox sobre a oxigenação muscular periférica nesse grupo de pacientes. Objetivo: O objetivo do estudo é testar a hipótese de que a respiração com Heliox reduz substancialmente a resistência das vias aéreas e a limitação ao fluxo aéreo expiratório, e com decréscimo na redistribuição do fluxo sangüíneo da musculatura respiratória para os membros locomotores. Métodos: Em um estudo randomizado, duplo-cego, cruzado e controlado, serão avaliados 30 pacientes DPOC normoxêmicos. Os pacientes serão submetidos a 2 testes cardiorrespiratório sub-máximos respirando oxigênio a 21%-nitrogênio ou oxigênio a 21%-hélio. Será avaliados tempo de tolerância ao exercício, capacidade inspiratória em isotempo, ventilação minuto e freqüência respiratória. Ainda será determinado a oxigenação e a perfusão muscular periférico e débito cardíaco. Relevância do Estudo: (i) investigação controlada dos mecanismos moduladores do aporte periférico de O2 em condições de competição ativa entre as musculaturas ventilatória e apendicular pelo débito cardíaco disponível; (ii) fundamentação do papel do Heliox no recondicionamento da musculatura esquelética e (iii) seu valor como estratégia auxiliar na reabilitação de pacientes com DPOC avançada. (AU)