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Avaliação dos polimorfismos dos genes Fas e FasL em pacientes com carcinoma epidermóide de vias aerodigestivas superiores: relação com a agressividade tumoral, etilismo e tabagismo

Processo: 06/50711-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 30 de setembro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Adriana Madeira Alvares da Silva Conforti
Beneficiário:Viviane Priscila Pina dos Santos
Instituição-sede: Hospital Heliópolis. Unidade de Gestão Assistencial I. Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fãs   Cabeça e pescoço   Carcinoma de células escamosas   Neoplasias

Resumo

O carcinoma epidermóide de cabeça e pescoço representa 80% dos tumores de cabeça e pescoço e está relacionado ao etilismo, tabagismo e à suscetibilidade genética. O Fas, receptor de morte celular, possui expressão diminuída em alguns tipos de tumor. Perda da proteína Fas é um evento importante no carcinoma epidermóide de cabeça epescoço e polimorfismos nesse gene estão relacionados à diminuição de capacidade de apoptose em tumores. O aumento da expressão do ligante Fas (FasL) desempenha um importante papel no desenvolvimento e progressão tumoral. Polimorfismos na região promotora dos genes Fas/FasL estão associados ao aumento do risco de desenvolvimento de carcinoma epidermóide de esôfago e pulmão. Através da PCR, uso de enzimas de restrição e este estudo pretende verificar a relação da ocorrência dos polimorfismos -670 do gene Fas e -844 do gene FasL em indivíduos controle e em pacientes com carcinoma epidermóide das vias aerodigestivas superiores e a associação a fatores de agressividade tumoral no uso do tabaco e álcool. Também é objetivo desse trabalho a realização das extrações de DNA de sangue de dois grupos pertencentes ao projeto Genoma Clínico dc Câncer de Cabeça a Pescoço. Esse estudo abre perspectivas para utilização de novos marcadores, melhor compreensão da doença e de novos alvos terapêuticos, além de pesquisa e ensino, formação de grupos em biologia molecular na Fundação Santo André e no Hospital Heliópolis. (AU)

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