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Padrão de metilação dos genes hMLH1 e RASSF1 e análise proteômica em linhagens celulares de carcinoma de bexiga tratadas com os antineoplásicos cisplatina e gencitabina

Processo: 10/00392-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Daisy Maria Favero Salvadori
Beneficiário:Camila Pereira Gobette
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Proteômica   Cisplatino   Gencitabina   Metilação   Expressão gênica

Resumo

Os agentes químicos utilizados na terapia do câncer estão frequentemente associados ao bloqueio ou retardo do ciclo celular, ativação ou desativação de mecanismos de reparo do DNA e apoptose. Dessa maneira, os estudos de expressão gênica e protéica tem se mostrado promissores para o entendimento das respostas celulares e dos mecanismos de regressão de neoplasias frente à exposição a agentes químicos. Nesse contexto, eventos epigenéticos têm sido propostos para explicar mecanismos de resistência adquirida a drogas antineoplásicas. O presente projeto objetiva avaliar os padrões de expressão protéica em células de carcinoma transicional de bexiga, expostas ou não às drogas cisplatina e gencitabina, a fim de contribuir para o entendimento das atividades quimioterápicas e, consequentemente, dos mecanismos relacionados à involução de neoplasias uroteliais. Propõe-se, também, comparar os resultados com os dados de expressão gênica que estão sendo obtidos em estudo em andamento em nosso laboratório, utilizando o mesmo delineamento experimental (Proc. Fapesp 2005/58349-2). Soma-se a isso, a proposta de avaliar o padrão de metilação dos genes hMLH1 (gene envolvido no reparo mismatch de DNA) e RASSF1 (gene cuja proteína atua na via de sinalização da proteína ras), comparando o perfil encontrado com os níveis de expressão gênica quantificados por PCR quantitativo em tempo real. Espera-se, por fim, que o conjunto de resultados possa contribuir para o conhecimento dos efeitos toxicogenômicos e epigenéticos do tratamento químico e, com isso, para o entendimento dos mecanismos funcionais envolvidos no sucesso ou na resistência aos tratamentos antineoplásicos utilizados atualmente.