| Processo: | 10/09189-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 10 de dezembro de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 09 de fevereiro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Social |
| Pesquisador responsável: | Isleide Arruda Fontenelle |
| Beneficiário: | Isleide Arruda Fontenelle |
| Pesquisador Anfitrião: | Jason Glynos |
| Instituição Sede: | Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Essex, Colchester, Inglaterra |
| Assunto(s): | Sociologia do consumo Consumismo Consumidor |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autonomia do eu | Consumo Responsável | Excesso | fetiche | Redenção | Psicologia do Consumo |
Resumo Embora esteja no centro do projeto moderno, a ideologia de um eu autônomo ganha contornos novos a partir da segunda metade do século XX, quando começa a se delinear a sociedade "sem limites". O campo do consumo foi fértil na propagação dessa ideologia, embora nunca sugeriu abertamente que o consumidor assumisse a responsabilidade pelos seus atos. A esfera do consumo foi constituída longe de um olhar e discurso público centrados em uma política de autocontrole do consumidor. Mas, nos últimos quinze anos, começou a ganhar relevância o discurso do consumo responsável. Este projeto de pesquisa que teve por objetivo inicial refletir sobre esse discurso a fim de compreender como ele sugere um retorno ao universo da proibição social e da culpa que parecia banida de uma sociedade que havia rompido com quase todos os limites sociais, e de como isso está gerando uma nova mercadoria, a redenção, busca, agora, aprofundar uma discussão teórica sobre as razões da produção desse discurso em torno da responsabilização do sujeito. Os dados empíricos, captados a partir de uma análise do discurso da mídia de negócios - Exame e The Economist, de 1996-2007 -, sugerem que tal transformação está relacionada a uma nova dinâmica nas relações entre estado, capital e indivíduo. Mas tal hipótese requer um aprofundamento maior na literatura acadêmica, em especial a partir de uma análise das transformações no discurso em torno do conceito da responsabilidade. | |
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