| Processo: | 97/13516-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 1998 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2000 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Moura da Silva |
| Beneficiário: | Mônica Colombini |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Testes imunológicos Imunização passiva Epidemiologia Antígenos Anticorpos monoclonais Venenos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anticorpo Monoclonal | Antigenos | Epidemiologia | Imunodiagnostico | Soroterapia | Veneno |
Resumo Um método imunodiagnóstico diferencial entre Bothrops atrox e Lachesis muta muta é extremamente importante para um preciso levantamento epidemiológico dos acidentes ofídicos no Norte do Brasil. Esse teste imunodiagnóstico também é importante para auxiliar no diagnóstico clínico e consequentemente na escolha do soro a ser administrado aos pacientes. As tentativas anteriores de padronização de imunodiagnóstico diferencial para esses gêneros utilizaram anticorpos policlonais isolados por imunoafinidade. Entretanto, esses métodos são pouco reprodutíveis devido à variabilidade da resposta imune dos animais imunizados. Nosso objetivo principal neste trabalho é desenvolvermos um imunodiagnóstico diferencial para Bothrops atrox e Lachesis muta muta utilizando anticorpos monoclonais. Estes reagentes são mais estáveis e reprodutíveis e podem melhor discriminar os dois tipos de venenos em comparação com os anticorpos policlonais. Analisaremos a reatividade antigênica cruzada entre esses venenos, identificando antígenos comuns e privados, estes últimos os alvos dos anticorpos monoclonais espécie-específicos. Os anticorpos monoclonais serão produzidos pelos métodos usuais e a triagem dos mesmos será feita através da sua reatividade em ELISA contra apenas um dos venenos. Esses anticorpos serão empregados na padronização do método imunodiagnóstico. Uma vez desenvolvido este método, o teste será aplicado na caracterização da espécie envolvida no acidente e na dosagem dos níveis de veneno em pacientes do Pará que estão participando de um estudo clínico sobre o tratamento dos acidentes ofídicos da Região Norte. Este estudo está sendo desenvolvido como uma colaboração entre o Laboratório de Imunopatologia e o Hospital Vital Brazil, Instituto Butantan, Centro de Toxinologia do Pará e Escola de Medicina Tropical de Liverpool. (AU) | |
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