| Processo: | 03/03275-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2003 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2006 |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia |
| Pesquisador responsável: | Bento Prado de Almeida Ferraz Junior |
| Beneficiário: | Luciano Donizetti da Silva |
| Instituição Sede: | Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dialética Liberdade Marxismo Práxis Subjetividade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dialetica | Historia | Liberdade | Marxismo | Praxis | Subjetividade |
Resumo A obra de Sartre, desde A Transcendência do Ego (1934) até o obtuso Cadernos para uma Moral (1983), apresenta um eixo temático comum: mostrar a liberdade humana como fundamento do real. Mesmo diante de todas as dificuldades teóricas que seu pensamento encontrou ao longo de quase meio século, consolidar a liberdade frente a todo determinismo ou casuísmo foi, sem dúvida alguma, o ideal de sua produção teórica e prática. A filosofia alemã (Husserl e Heidegger) permitiu o momento glorioso da filosofia sartriana, uma vez que tornou possível suprimir as dificuldades que uma filosofia da subjetividade absoluta pode colocar; mas a doutrina da liberdade, construída em O Ser e o Nada (1943), redunda numa realidade humana absolutamente vazia. Certamente não é dessa noção de homem que Sartre poderá falar dos fatos históricos que se sucedem a partir de 1945. No âmbito teórico se torna urgente produzir uma síntese filosófica entre a filosofia subjetiva da fase de O Ser e o Nada e, conforme atesta sua obra, o materialismo marxista (Critica da Razão Dialética, 1960). É com esse objetivo que Sartre, na Critica, procura fundamentar ontologicamente o materialismo histórico a partir das condições formais de possibilidade e inteligibilidade da dialética da história. Nesse panorama se insere o problema dessa pesquisa: mostrar como, histórica e sociologicamente, a liberdade humana é alienada no processo social e cultural. (AU) | |
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