| Processo: | 05/50266-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Autonômica |
| Pesquisador responsável: | Edson Antunes |
| Beneficiário: | Fabíola Taufic Monica Iglesias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bexiga urinária Óxido nítrico NG-nitroarginina metil éster |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bexiga Urinaria | Hiperatividade | Inervacao Autonomica | L-Name | Musculo Detrusor | Oxido Nitrico |
Resumo Os problemas para estocar a urina podem ser resultantes de vários e complexos fatores, gerando os chamados "sintomas do baixo trato urinário (LUTS)", que envolvem urgência miccional, alterações da freqüência e incontinência urinaria, hiperatividade e hipertrofia da bexiga. Apesar de o mecanismo desta hiperatividade não ser ainda conhecido, sugere-se que modificações da inervação nitrérgica e da via L-arginina - óxido nítrico (NO) - GMP cíclico são as principais causas do LUTS. Levando-se em consideração que a bexiga é um órgão pouco explorado na área da farmacologia experimental e que o modelo de inibição crônica de NO pelo L-NAME está bem estabelecido na literatura, este projeto tem como objetivo geral investigar as alterações morfofuncionais do músculo detrusor isolado da bexiga urinaria de rato causadas pelo bloqueio prolongado da síntese de NO, visando à compreensão do papel modulador do NO neste tecido. Em ratos tratados com L- NAME, por períodos de 7, 15, 30 e 60 dias, e seus correspondentes grupos controles, procuraremos investigar os seguintes parâmetros no músculo detrusor de rato: (1) Resposta contrátil a agonistas muscarínicos plenos / parciais (carbacol, metacolina e pilocarpina) e à estimulação elétrica; (2) Histopatologia do detrusor; (3) Ensaio de saturação com radioligantes para receptores muscarínicos; (4) Estudos de imunohistoquímica a colina acetil transferase (ChAT) e NOS; (5) Atividade e expressão das NO sintases; e (6) Avaliação da sinalização intracelular, quantificando-se os níveis de IP3 e cGMP. (AU) | |
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