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Níveis de vitamina “e” em dietas de frangos sobre o desempenho, características da carcaça e da carne e resposta imune

Texto completo
Autor(es):
Natani Cruz Alexandre
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Instituição: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.
Data de defesa:
Membros da banca:
Carmen Josefina Contreras Castilho
Orientador: José Roberto Sartori; Vitor Barbosa Fascina
Resumo

A presente pesquisa objetivou avaliar os efeitos de níveis de vitamina E em dietas de frangos de corte sobre o desempenho, características de carcaça, qualidade da carne e sistema imunológico das aves. Foram utilizados 1050 pintos de corte, da linhagem Cobb, distribuídos em um delineamento experimental inteiramente casualizado com cinco tratamentos e seis repetições de 35 aves por parcela experimental. As dietas experimentais foram formuladas a base de milho e farelo de soja de acordo com as recomendações nutricionais para frangos de corte das Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos e divididas em quatro fases: pré-inicial (1 a 7 dias), inicial (8 a 21 dias), crescimento (22 a 35 dias) e final (36 a 42 dias de idade) sendo que a dieta basal atendeu as exigências de vitamina E propostas para as fases citadas (35; 31; 28; 21 UI/kg de ração, respectivamente). Para variáveis de desempenho não se obteve diferença entre os tratamentos, assim como para rendimento de carcaça e partes, e análise de qualidade de carne, entretanto, para espécies reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) para peito e sobrecoxa obteve-se diferença aos 30 e 60 dias de armazenamento, assim como para a oxidação no plasma sanguíneo. Na análise de títulos de anticorpos contra o vírus da doença de Gumboro a vitamina E não resultou diferença na resposta imunológica das aves. Concluindo que a administração de elevadas doses de vitamina E não afeta diretamente os índices zootécnicos, o rendimento de carcaça e cortes, assim como os parâmetros de qualidade de carne e atividade imune. Níveis de inclusão de 52,5; 46,5; 56 e 63 UI de vitamina E/kg de ração nos 1-7; 8-21; 22-35 e 36-42 dias de idade reduzem a oxidação dos tecidos e plasma sanguíneo, demonstrando o poder antioxidante da vitamina E. (AU)

Processo FAPESP: 12/05016-0 - Vitamina E em dietas para Frangos de Corte.
Beneficiário:Natani Cruz Alexandre
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado