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A exposição crônica, contínua e invariável do organismo ao cortisol aumenta o tecido adiposo subcutâneo abdominal.

Texto completo
Autor(es):
Patricia Pereira Nunes
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas
Data de defesa:
Membros da banca:
Fabio Bessa Lima; Nilton de Almeida Brito; Rui Curi
Orientador: Fabio Bessa Lima
Resumo

O uso crônico de altas doses de glicocorticoides (GC) aumenta tecidos adiposos (TA) centrais. Essa pesquisa visou verificar os efeitos do uso contínuo de GC em doses mais baixas sobre diferentes TAs. Ratos Wistar machos com 10 semanas de vida foram divididos em 2 grupos: controle (CON) e cortisol (CORT) e foram implantados com minibomba osmótica, pela qual o grupo CORT recebeu 0,6 mg/kg/d de cortisol e o grupo CON recebeu salina, por 6 semanas. Os resultados mostram um aumento da gordura subcutânea (SC) abdominal dos animais CORT, acompanhada de: aumento da atividade máxima das enzimas ATP-citrato-liase e glicose-6-fosfato desidrogenase; redução da expressão da enzima AMPK; aumento da expressão da enzima 11βHSD1 e das triglicérides circulantes. Esses dados sugerem que a intervenção aumentou a SC abdominal devido maior atividade de enzimas lipogênicas e de um possível aumento da captação de lipídeos séricos por esse tecido, o que pode ter resultado do aumento da concentração local de GC provocado pela expressão aumentada da 11βHSD1. (AU)

Processo FAPESP: 13/24557-4 - Características da resposta lipogênica diferenciada nos tecidos adiposos de ratos submetidos a uma estimulação excessiva e prolongada com glicocorticóides
Beneficiário:Patricia Pereira Nunes Traldi
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado