Texto completo
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| Autor(es): |
Denise Silva de Moura
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Instituto Oceanográfico (IO/DIDC) |
| Data de defesa: | 2018-03-22 |
| Membros da banca: |
Luigi Jovane;
David Lopes de Castro;
Yara Regina Marangoni
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| Orientador: | Luigi Jovane; Eder Cassola Molina |
| Resumo | |
A Margem Equatorial Brasileira é uma margem passiva transformante com longas zonas de fratura e diversos montes submarinos, incluindo o Platô do Ceará, o maior deles. Essa é uma área muito complexa e pouco conhecida, com poucos dados disponíveis. A abordagem geofísica foi utilizada para alcançar uma melhor compreensão da área e para guiar próximas pesquisas. Dados gravimétricos e magnéticos do Projeto Equant I, linhas sísmicas publicadas e estudos prévios foram aplicados para desenvolver os modelos e as análises. A fonte das anomalias gravimétricas e magnéticas pareceram ser as mesmas, relacionadas a um embasamento mais denso e magnetizado. É estimada a superfície do embasamento entre 800 e 6000 m e a descontinuidade de Mohorovičić, aproximadamente a 22-23 km abaixo do Platô do Ceará. Foi também apresentada e discutida a posição do limite crosta continental-oceânica, aproximadamente a 40 km da plataforma continental, colocando o platô na crosta oceânica. A área da crosta transicional, com uma extensão de 40-50 km, demarca uma crosta continental mais alterada, formada durante a fase rifte, anterior à abertura do Oceano Atlântico. A falta de dados limitou as análises, e certamente implicou em diversas incertezas nos resultados, que são discutidas durante esta dissertação. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 16/15854-3 - Modelagem gravimétrica e magnética do platô do Ceará, margem equatorial brasileira |
| Beneficiário: | Denise Silva de Moura |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |