| Processo: | 22/08028-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Ivan Ferreira da Trindade |
| Beneficiário: | Juliana Fernandes Bonifacio |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Paleomagnetismo Paleogeografia Oceano Atlântico Gondwana (supercontinente) Tectônica de placas Enxame de diques Cretáceo América do Sul África |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atlantico Equatorial | Gondwana Ocidental | Paleogeografia | Paleomagnetismo | reconstrução de placas | Paleomagnetismo |
Resumo A similaridade geométrica das margens leste da América do Sul e oeste da África é um dos pilares da teoria da deriva continental e sua ligação com o paradigma da tectônica de placas. Ao longo dos últimos 60 anos, diversos modelos de reconstrução paleogeográfica foram propostos almejando aprimorar o encaixe entre estes continentes. A proposição de sub-blocos litosféricos responsáveis pela acomodação de deformação intraplaca é uma solução para os desajustes das margens. No entanto, problemas ainda permanecem, relacionados à posição precisa dos limites desses sub-blocos, à determinação de uma idade precisa das fases de rifteamento e à modelagem cinemática da abertura do Atlântico Equatorial, onde movimentos strike-slip ocorreram associados à rotação da placa. Este projeto busca uma solução para esses problemas por meio do estudo paleomagnético dos enxames de diques máficos cretáceos associados à ruptura continental, distribuídos nas plataformas sul-americana e africana. No Brasil, registros desses diques revelam um intrigante padrão arqueado, que pode estar associado a deformações crustais provenientes da abertura. O paleomagnetismo permite quantificar os deslocamentos e rotações de blocos continentais e fornece dados para definição de curvas de deriva polar aparente para a América do Sul e África, traçando o movimento desses continentes. Esses novos dados irão contribuir com o entendimento do papel de deformações intraplaca relacionadas às mudanças de stress da crosta resultantes da abertura, e auxiliar na proposição de novos modelos cinemáticos e de reconstrução do Gondwana Ocidental. (AU) | |
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