Texto completo
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| Autor(es): |
Lygia Samartin Gonçalves Luchini
Número total de Autores: 1
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| Tipo de documento: | Dissertação de Mestrado |
| Imprenta: | São Paulo. |
| Instituição: | Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Ciências Biomédicas (ICB/SDI) |
| Data de defesa: | 2016-05-12 |
| Membros da banca: |
Denise Vilarinho Tambourgi;
Carla Cristina Squaiella Baptistão;
Anderson de Sá Nunes
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| Orientador: | Denise Vilarinho Tambourgi |
| Resumo | |
O veneno de serpentes do gênero Bothrops (responsáveis por 80% dos envenenamentos no Brasil) é composto por metalo e serinoproteases, disintegrinas, fosfolipases, entre outros, e pode causar edema, hemorragia, necrose, e manifestações sistêmicas, como coagulação intravascular, choque, falência renal e hemorragia. O veneno da B. pirajai ativa o sistema complemento (C), sugerindo uma contribuição para o agravamento dos sintomas. Considerando a importância do C no processo inflamatório e o papel das metaloproteinases nos envenenamentos, verificou-se que o tratamento do sangue total humano (onde células e mediadores plasmáticos interagem entre si) com ou sem a compstatina (inibidor de C3 do C), e com a metaloproteinase de classe PI do veneno de B. pirajai, levou a diferenças bastante significativas na expressão dos marcadores analisados nos leucócitos, na geração de anafilatoxinas e TCC, e na quantificação de citocinas e quimiocinas no plasma, sugerindo que a inibição do C reduz o processo inflamatório, podendo ser uma terapia efetiva para envenenamentos botrópicos. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 13/26198-1 - PAPEL DO SISTEMA COMPLEMENTO NO PROCESSO INFLAMATÓRIO CAUSADO PELO VENENO DA SERPENTE Bothrops jararaca: ANÁLISE EM MODELO EX-VIVO DE SANGUE HUMANO TOTAL. |
| Beneficiário: | Lygia Samartin Gonçalves Luchini |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |