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Análise dos padrões espaciais de árvores em quatro formações florestais do Estado de São Paulo, através de análises de segunda ordem, como a Função K de Ripley

Texto completo
Autor(es):
Capretz, Robson Louiz
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: Piracicaba. [2004]. 79 f., ilustrações.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Data de defesa:
Membros da banca:
Batista, João Luis Ferreira; Rodrigues, Ricardo Ribeiro; Santos, Flavio Antonio Maës dos
Orientador: Batista, João Luis Ferreira
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Ecologia
Indexada em: Banco de Dados Bibliográficos da USP-DEDALUS; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações - USP
Localização: Universidade de São Paulo. Biblioteca Central da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz; ESALQ-BC/t639.94 85618; C251a
Resumo

O padrão espacial das árvores em uma floresta é influenciado por variáveis abióticas e bióticas. Entre as principais variáveis abióticas estão o relevo, a disponibilidade de luz, nutrientes e água, e a caracterização do solo. Entre as principais variáveis bióticas estão os processos dependentes da densidade, tais como a competição intraespecífica e interespecífica, a herbivoria, a ocorrência de doenças, a fenologia e dispersão de sementes. Desse modo, investigar o padrão espacial das árvores, segundo suas classes de tamanho, e segundo suas espécies mais abundantes, pode fornecer evidências sobre a estrutura da comunidade vegetal. A descrição do padrão espacial das árvores e das espécies mais abundantes em diferentes formações florestais foi realizada usando ferramentas estatésticas mais apropriadas para investigar mapas das árvores. A Função K de Ripley tem como principais vantagens a possibilidade de detectar o padrão espacial em diversas escalas de distâncias simultaneamente, e avaliar a dependência espacial entre grupos de árvores. Os padrões observados foram comparados com os modelos de Completa Aleatoriedade Espacial, para a função univariada, e de Completa Independência Espacial, para a função bivariada. Diferentes formações florestais, típicas da região sudeste do Brasil, foram comparadas neste estudo: Floresta Ombrófila Densa Submontana, Savana Florestada (Cerradão), Floresta Estacional Semidecidual e Formação Pioneira com Influência Marinha (Restinga)... (AU)

Processo FAPESP: 01/11825-3 - Análise dos padrões espaciais de árvores de 4 formações florestais do estado de São Paulo, através de análises de segunda ordem (função K de Ripley)
Beneficiário:Robson Louiz Capretz
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado