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Imprensa e escravidão: política e tráfico negreiro no império do Brasil (Rio de Janeiro, 1822-1850)

Texto completo
Autor(es):
Alain El Youssef
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Dissertação de Mestrado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Rafael de Bivar Marquese; Ricardo Henrique Salles; Andrea Slemian
Orientador: Rafael de Bivar Marquese
Resumo

A presente dissertação analisa o debate público em torno do tráfico negreiro e da escravidão, ocorrido na imprensa do Rio de Janeiro entre 1822 (quando foi fundado o Império do Brasil) e 1850 (momento em que o fim do tráfico negreiro foi decretado pela Lei Eusébio de Queirós). O corpus documental, portanto, é formado por todos os periódicos políticos e por alguns panfletos publicados na cidade do Rio de Janeiro durante o período supracitado. Os documentos foram lidos sob as considerações de algumas vertentes da história atlântica, da história social e da história política. Com elas, objetiva-se demonstrar que a imprensa foi um locus privilegiado para o desenvolvimento do debate público a respeito do tráfico negreiro no Império do Brasil. Da mesma forma, pretende-se mostrar como essa instituição dita privada exerceu um papel central na política do contrabando negreiro levada a cabo pelos Regressistas (núcleo duro dos Saquaremas) a partir da segunda metade da década de 1830, servindo como elo entre os estadistas e sua base eleitoral. (AU)

Processo FAPESP: 07/56779-5 - Imprensa e escravidão: política e tráfico negreiro no Império do Brasil (Rio de Janeiro, 1822-1850)
Beneficiário:Alain El Youssef
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Mestrado