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Frentismo cultural em prosa e verso: comparações, conexões e circulação de ideias entre comunistas brasileiros e chilenos (1935-1948)

Texto completo
Autor(es):
Carine Dalmás
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: São Paulo.
Instituição: Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Data de defesa:
Membros da banca:
Maria Helena Rolim Capelato; Marcos Francisco Napolitano de Eugênio; Norberto Osvaldo Ferreras; Maria Ligia Coelho Prado; Rolando Eugenio Alvarez Vallejos
Orientador: Maria Helena Rolim Capelato
Resumo

Esta tese analisa as relações dos comunistas brasileiros e chilenos com a literatura após a adoção do frentismo como diretriz do movimento comunista internacional, entre 1935 e 1948. Suplementos culturais de jornais partidários e revistas literárias ligadas ao Partido Comunista do Brasil e ao Partido Comunista do Chile foram tomadas como fontes de pesquisa. Identificamos propostas, projetos e colaboradores desses periódicos, cujas formulações demonstraram a preponderância do romance e da poesia como áreas que despertaram maior empenho de intervenção político-ideológica. O fundo antifascista da estratégia frentista contribuiu para a aproximação de expoentes culturais aos partidos comunistas e fez da imprensa partidária um espaço profícuo para a circulação de propostas literárias. Foi nesse período que Pablo Neruda se aproximou do Partido Comunista do Chile e que Jorge Amado promoveu os romances sociais brasileiros na América Latina. A maneira como as concepções literárias difundidas na imprensa partidária estabeleceram relações com uma perspectiva política comum, o frentismo, permitiu o estabelecimento de comparações e conexões políticas e culturais entre os comunistas do Brasil e do Chile. (AU)

Processo FAPESP: 10/10305-5 - História comparada do Partido Comunista do Brasil e do Partido Comunista do Chile (1935-1956)
Beneficiário:Carine Dalmás
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado