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Uso de plantas de cobertura na recuperação de solo compactado

Texto completo
Autor(es):
Juliano Carlos Calonego
Número total de Autores: 1
Tipo de documento: Tese de Doutorado
Imprenta: Botucatu. 125 f.
Instituição: Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Ciencias Agronomicas (Campus de Botucatu).
Data de defesa:
Membros da banca:
Maria Helena Moraes; Rogério Peres Soratto; Álvaro Pires da Silva; Sônia Carmela Falcci Dechen
Orientador: Ciro Antonio Rosolem
Resumo

Objetivou-se com este trabalho avaliar as alterações na estrutura do solo e nas qualidades físicas e físico-hídricas com a utilização de espécies de cobertura com sistema radicular agressivo e volumoso, em esquemas de rotação de culturas em sistema semeadura direta, com o intuito de avaliar a possibilidade desse manejo ser indicado para substituir operações onerosas como a utilização de escarificadores mecânicos. As rotações de culturas utilizadas e repetidas por três anos consecutivos, em sistema semeadura direta, envolveram o cultivo de triticale e girassol no outono-inverno, associados com o cultivo de milheto, sorgo forrageiro e crotalária júncea, como plantas de cobertura, antecedendo a soja. Além disso, comparou-se o efeito dessas seqüências de culturas com o tratamento envolvendo a escarificação mecânica do solo. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Lageado (Botucatu-SP), nos anos agrícolas de 2003/2004, 2004/2005 e 2005/2006. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso com quatro repetições em esquema de parcelas subdivididas. Foram consideradas parcelas aquelas cultivadas com triticale e girassol, e subparcelas as cultivadas com milheto, sorgo e crotalária júncea, e também as manejadas com escarificador. A escarificação do solo foi realizada apenas em uma ocasião, ou seja, logo após a colheita das culturas de inverno do primeiro ano (Setembro de 2003), mantendo a área escarificada sempre em pousio entre os cultivos de inverno e verão. Foram coletadas amostras de raízes, tanto das espécies de cobertura como da soja, nas profundidades de 0-5, 5-10, 10-20, 20-40 e 40-60 cm. As raízes das plantas de cobertura foram amostradas antes da dessecação química. Já as raízes de soja foram amostradas na linha e na entrelinha de semeadura, quando a cultura apresentava-se no estádio R2 de desenvolvimento... (AU)

Processo FAPESP: 03/02560-1 - Rotação de culturas em áreas compactadas sob ambiente de inverno seco
Beneficiário:Juliano Carlos Calonego
Linha de fomento: Bolsas no Brasil - Doutorado Direto