| Processo: | 00/06879-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2000 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2002 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Mario Sergio Palma |
| Beneficiário: | Mauricio Ribeiro Marques |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Paralisia Caracterização estrutural Nephila clavipes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Caracterizacao Estrutural | Nephila Clavipes | Paralisia | Toxinas De Aranhas | Toxinas De Teia De Aranha |
Resumo A grande diversidade de comportamentos dos insetos para evitar ou escapar das teias das aranhas sugere que estas podem fazer uso de um arsenal químico, tanto a nível de seus venenos, como em nível de suas teias, para realizar a captura e aprisionamento de suas presas. O revestimento aquoso dos fios de captura das teias aéreas são essenciais para a função da mesma. Recentes análises por espectroscopia 1H NMR mostrou quantidades substanciais de colina, betaína, ácido isetiônico, N-acetiltaurina, glicina e N-acetilputrescina no fluído aquoso da teia de Araneus diatematus. Alguns destes compostos são conhecidos como neurotransmissores e é provável, que de alguma forma, estejam relacionados com o processo de paralisia das presas. Experimentos preliminares em nosso laboratório têm indicado que a secreção depositada pela aranha Nephila clavipes; nas gotículas viscosas de sua teia, desempenham um papel importante na captura de presas, pois mostrou-se altamente tóxica para os insetos-presa desta aranha. Este trabalho tem por objetivo investigar a presença de toxinas nas teias de Nephila clavipes e caracterizá-las bioquimicamente, obtendo informações sobre suas estruturas moleculares e seus mecanismos de ação, dando ênfase nas toxinas de baixo peso molecular, uma vez que as estas são mais facilmente caracterizadas estruturalmente, além de apresentarem interessantes modos de ação, correlacionando-se também as estruturas destas toxinas com outras já conhecidas. (AU) | |
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