| Processo: | 00/08880-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2000 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2002 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas |
| Pesquisador responsável: | Mario Sergio Palma |
| Beneficiário: | Bibiana Monson de Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mastoparanos Polybia paulista |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antibioticos Peptidicos | Mastoparanos | Peptideos Policationicos | Polybia Paulista | Veneno De Vespas |
Resumo Segundo Naksjima (1986), os venenos de vespas sociais possuem uma série de peptídeos policatiônicos que apresentam atividade hemolítica, degranulação de mastócitos, quimiotaxia de leucócitos e atividade antibiótica específica (Krishnakumari & Nagaraj, 1997). Konno et al. (2000), mostraram que peptídeos purificados de venenos de vespas solitárias, apresentando atividade degranuladora de mastócitos também possuem atividade antibiótica. Peptídeos de cadeias compostas de 13 a 18 resíduos de aminoácidos, isentos de pontes disulfeto e com atividade hemolltica, como os encontrados nos venenos de algumas abelhas e vespas sociais, são candidatos atrativos à engenharia bioquímica para obtenção de compostos com atividades antibióticas (Krishnakumari & Nagaraj, 1997). Em nosso laboratório temos ensaiado atividades antimicrobianas de peptídeos policatiônicos de diferentes origens. Aqueles oriundos do veneno da vespa social Polybia paulista revelaram-se muito ativos, tanto contra bactérias gram-positivas, como gram-negativas. O estudo do veneno da vespa P. paulista pode ser um interessante caminho na procura de novos fármacos com atividade antibiótica e também para tentar entender melhor os efeitos farmacológicos deste veneno, visto que trata-se de uma espécie de hábito urbano, muito comum no estado de São Paulo, responsável por muitos acidentes de ferroadas, que exigem a intervenção médica, tanto ao nível de primeiros socorros como em nível de imunoterapia. (AU) | |
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