| Processo: | 03/02575-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2003 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Dulce Elena Casarini |
| Beneficiário: | Maria Claudina Camargo de Andrade |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 02/13290-2 - Isoforma (90 kDa) da enzima conversora de Angiotensina I, potencial marcador genético de hipertensão: processamento, caracterização molecular e funcional, e segregação genética, AP.TEM |
| Assunto(s): | Células mesangiais Sistema renina-angiotensina Hipertensão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Celulas Mesangiais | Eca N-Dominio | Ratos Espontaneos Hipertensos | Ratos Wistar | Sistema Renina Angiotensina |
Resumo Em trabalho anterior na tese de Mestrado e Doutorado, MCC Andrade descreveu nas CM de ratos Wistar as ECAs com massas moleculares de 130 kDa, semelhante a somática e a de 65 kDa, uma isoforma N-domínio. Já para a CM de ratos SHR, foram descritas duas enzimas com massas moleculares de 65 kDa e 90 kDa (possível marcador genético de hipertensão) caracterizadas também como isoformas N-domínio da ECA; que foram co-localizadas no núcleo dessas células com angiotensina II e angiotensina 1-7. Desta forma, neste projeto estudaremos essas isoformas N-domínio buscando responder duas questões fundamentais: - Se estas enzimas são traduzidas de um RNAm específico transcrito a partir do gene da ECA do rim? Ou se elas são produzidas e excretadas depois de uma modificação pós-tradução (proteólise) da forma de alta massa molecular no rim ou na urina?. Para atingir tais objetivos estaremos identificando do RNA mensageiro, verificaremos degradação/ estabilidade, tráfego, a possível ligação dessas isoformas a outras proteínas, e o papel dessas enzimas no núcleo destas células. Se encontrarmos o RNAm, partiremos para clonagem e produção da enzima recombinante para que possamos expressá-las em larga escala. Estudaremos a estrutura das proteínas naturais e/ou recombinantes, tentando no futuro chegar à cristalização dessas isoformas que possibilitará a busca de novos inibidores capazes de auxiliar no tratamento da hipertensão. (AU) | |
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