| Processo: | 06/02505-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Danielle Palma de Oliveira |
| Beneficiário: | Danielle Palma de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Toxicidade Azo Salmonella |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Avaliacao De Toxocidade | Azo Corantes | Celulas Hepg2 | Salmonella/Microssoma | Toxicologia Ambiental |
| Publicação FAPESP: | https://media.fapesp.br/bv/uploads/pdfs/Investindo...pesquisadores_487_331_332.pdf |
Resumo
Vários azos corantes possuem atividade mutagênica e o lançamento destes compostos pelas indústrias de tingimento tornou-se um problema ambiental, principalmente quando atingem Estações de Tratamento de Água (ETAs). Estudos recentes revelaram a formação de compostos mutagênicos gerados a partir da reação de cloro com corantes do tipo azo previamente reduzidos (PBTAs), com potência cerca de 50 vezes maior do que o corante original. As ações tóxicas dos corantes e/ou de seus produtos de cloração está intimamente relacionada com a natureza dos substituintes ligados ao grupo cromóforo. Sendo assim para a correta avaliação de risco em relação à presença de corantes nos diversos compartimentos é necessária a avaliação toxicológica de cada corante individualmente. O ensaio de mutagenicidade com salmonella, utilizando linhagens sensíveis agrupamentos químicos específicos e sistema de metabolização exógeno pode ser utilizado não só para avaliar a atividade genotóxica, mas também para predizer possíveis órgãos alvo dos compostos testados. A linhagem de células HepG2 também pode ser empregada na avaliação da toxicidade de compostos por serem capazes de evidenciar a formação de micronúcleos e indução de morte celular por apoptose, além da sua utilização como sistema de metabolização exógeno. O presente trabalho propõe a utilização do teste de mutagenicidade com salmonella e cultura de células de hepatoma humano (HepG2) para avaliação da atividade mutagênica, capacidade de indução de apoptose e elucidação de possíveis órgãos alvo, constituindo a avaliação toxicológica preliminar dos corantes disperse red 1, disperse orange 1 e disperse red 13. (AU)
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