| Processo: | 07/52419-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Maria Claudia Costa Irigoyen |
| Beneficiário: | Georgia Orsi Candido |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Infarto do miocárdio Diabetes mellitus experimental Estresse oxidativo Resposta inflamatória |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cardioprotecao | Diabetes Experimental | Estresse Oxidativo | Infarto Do Miocardio | Resposta Inflamatoria |
Resumo Recentemente, foi testada em nosso laboratório, a hipótese de que o coração diabético seria mais resistente à injúria isquêmica. Os resultados mostraram que dentre os grupos infartados, os diabéticos apresentaram mortalidade menor, em 15 e 30 dias, indicando que o estado diabético realmente pode estar associado a uma cardioproteção, nesse período de tempo. Não se conhece, entretanto, quais mecanismos poderiam estar envolvidos nessa cardioproteção e que poderiam fazer desse período uma janela de oportunidade para intervenções capazes de mudar a evolução natural da doença, pois como vimos, a mortalidade se equivale aos 90 dias de IM em diabéticos e não diabéticos. Sabidamente existe aumento do estresse oxidativo em animais dibéticos, que provoca respostas de ajuste dos sistemas antioxidantes dependendo do tempo e da gravidade da doença. Não seria surpreendente, portanto, que a resposta do coração diabético à isquemia provocada pela oclusão coronariana, fosse diferente, levando a respostas inflamatórias e lesões diversas, quando comparados a animais não diabéticos, o que poderia também repercutir no controle autonômico da circulação. Dessa forma, e considerando a vantagem do uso de um modelo experimental em que controlamos o tempo de diabetes e de IM, nesse trabalho testaremos a hipótese de que a cardioproteção do diabético à injúria isquêmica está associada a diferenças no estresse oxidativo e nitrosativo cardíaco, na resposta inflamatória e na modulação autonômica da PA e da FC. (AU) | |
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