| Processo: | 07/55494-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Renata Guimarães Moreira Whitton |
| Beneficiário: | Renato Massaaki Honji |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 08/57687-0 - Effects of global climate change of the Brazilian fauna: a conservation physiology approach, AP.PFPMCG.TEM |
| Assunto(s): | Reprodução animal Reprodução induzida em peixes Sistema hipotálamo-hipofisário Peixes Ictiologia Hormônios esteroides gonadais Atresia folicular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atresia Ovariana | Endocrinologia | Esteroides Gonodais | Ictiologia | Reproducao |
Resumo A reprodução em peixes, apesar de ser desencadeada por fatores ambientais, é controlada endogenamente por um sistema endócrino, principalmente pelo eixo hipotálamo-hipófise-gônadas. O eixo hipotálamo-hipófise-gônadas, sintetiza e libera as gonadotropinas, esteróides gônadais e hormônios moduladores do processo reprodutivo, regulando assim toda a reprodução. Desta maneira, todo este controle endócrino deve ser alterado de alguma forma, quando espécies migradoras são transferidas para o cativeiro, em operações de cultivo, pois, neste ambiente confinado, os peixes não conseguem eliminar os seus gametas de forma natural. Neste caso, intervenções hormonais exógenas em determinados níveis do eixo hipotálamo-hipófise-gônadas são necessárias para dar continuidade ao processo de maturação gônadal. Os mecanismos fisiológicos que levam ao bloqueio da reprodução em peixes reofílicos, quando estes são impedidos de migrar, ainda não são bem compreendidos e os estudos sobre essa disfunção endócrina em peixes mantidos em cativeiro, principalmente em relação ao eixo hipotálamo-hipófise-gônadas, são escassos mesmo em espécies de clima temperado, e raros em teleósteos de clima tropical. Neste contexto, levando em consideração as espécies nacionais, o surubim do paraíba Steindachneridion parahybae (Siluriformes: Pimelodidae) é uma espécie reofílica, carnívora, de médio porte e por estar na lista nacional de peixes ameaçadas de extinção, logo, merece atenção especial. Nesta lista, pode-se constatar a presença de várias espécies de peixes em situações críticas, sendo que uma inversão nesse quadro só é possível com base em programas adequados de repovoamento, que só podem atingir algum sucesso quando as técnicas de reprodução e produção são dominadas. Adicionalmente, sabe-se que o sucesso no cultivo de uma espécie só é obtido com o conhecimento da biologia dessa espécie e, em especial da biologia reprodutiva. Neste sentido, o presente estudo visa analisar os mecanismos envolvidos no controle endógeno da reprodução do surubim durante o ciclo reprodutivo e após a indução à reprodução em cativeiro. (AU) | |
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