| Processo: | 08/00700-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Clarice Weis Arns |
| Beneficiário: | Clarice Weis Arns |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Plantas medicinais Antivirais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Adenovírus canino | antiviral | Herpesvírus Bovino tipo 1 | Metapneumovírus Aviário | plantas medicinais | Virologia Aplicada |
Resumo
O interesse no desenvolvimento de agentes antivirais iniciou-se no final da segunda guerra mundial na Europa e em 1952 a Boots drugs company, na Inglaterra examinou a ação de 288 plantas contra o vírus da influenza A, encontrando 12 amostras que inibiram a replicação viral (Chantrill et al., 1952). Nos últimos 25 anos vários laboratórios em diferentes partes do globo iniciaram a triagem de novos antivirais avaliando a atividade de plantas medicinais utilizando ensaios in vivo e in vitro. Com o objetivo de realizar uma triagem para pesquisar substâncias com ação antiviral foram eleitos 13 extratos de plantas que serão testados frente a três gêneros de vírus animais que contenham as principais características morfológicas, portanto foram selecionados os seguintes vírus: Herpesvírus Bovino tipo 1 (vírus DNA envelopado), Metapneumovírus Aviário (vírus RNA, envelopado), Adenovírus canino (vírus DNA não envelopado). Serão avaliados alguns extratos de plantas usados no projeto FAPESP de atividade antitumoral desenvolvido pelo laboratório de cultura de células da divisão de Farmacologia e Toxicologia do CPQBA (Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas) da UNICAMP. Os extratos foram produzidos pela Divisão de Fitoquímica do CPQBA onde foram avaliadas a sua atividade antitumoral e antimicrobiana no projeto BIOTA da FAPESP. A seleção dos extratos foi realizada dando-se preferência para aqueles que estavam com os estudos fitoquímicos mais avançados. As perspectivas futuras são imensas visto que apenas 5% das espécies de plantas superiores foram investigadas deixando intocada uma vasta fonte de produtos naturais, potencialmente úteis principalmente no Brasil onde ocorre um grande número de vegetais que são química e farmacologicamente desconhecidos. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |